A vida das famílias refugiadas não tem sido na fácil na #Europa. Depois de uma onda de xenofobia e preconceitos contra os recém chegados de países de guerra, agora as crianças começaram a desaparecer misteriosamente.

Ao todo, estima-se que cerca de dez mil crianças já foram raptadas em toda a Europa no período de dois anos, segundo comunicado oficial da Europol. Os paradeiros dos menores são amplos: acredita-se que tenham sido raptadas para serem traficadas para outros países, bem como exploradas sexualmente por pedófilos e redes de prostituição forçada de menores. Há também quem acredite que algumas podem ter sido levadas de volta a países do Oriente Médio para integrar exércitos de terroristas.

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Ao comentar o desaparecimento de pelo menos vinte e sete crianças, o jornal português Diário de Notícias, mencionou o grupo de jovens nigerianas que foram raptadas, sendo estas exploradas sexualmente e obrigadas a se casarem com os combatentes extremistas. As idades variavam entre 8 e 16 anos, mas a maioria delas tinham menos de 13 anos de idade.

Segundo informações oficiais, as crianças estavam com os parentes em um centro de acolhimento de refugiados e desapareceram ‘misteriosamente’ sem deixar pistas. Não há câmeras para mostrar ações criminosas, tão pouco havia alguém no abrigo que visse alguém levando os menores do local.

Ano passado o total de crianças que adentraram a Europa com seus parentes para poder fugir da guerra superou os vinte e seis mil. O governo português não informou se pretende fazer alguma investigação para saber o paradeiro das crianças.

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Os familiares das mesmas também não fazem ideia do local onde estejam.

Na Europa, Ásia e Oriente Médio é comum que crianças sejam vendidas ou raptadas para serem usadas como escravas sexuais. Alguns grupos chegam a raptar crianças para vender seus órgãos no mercado negro.

Recentemente foi lançado um livro por uma ex-vitima do tráfico de menores que passou seis anos sendo obrigada a se prostituir sob ameaças de que os cafetões matariam a sua mãe, que se encontrava em outro país. Para conhecer a incrível história da jovem que foi violentada por 110 homens em 22 horas, clique aqui. #Refugiados #Crise migratória