Um ataque aéreo orquestrado pelos Estados Unidos rendeu uma significativa baixa para o #Estado Islâmico na última sexta-feira (25). Considerado o número 2 na escala hierárquica de poder do grupo jihadista, o terrorista Abdel Rahmane al-Qaduli não sobreviveu às investidas aéreas protagonizada pelos EUA.

O desejo dos Estados Unidos em derrubar al-Qaduli era tão grande que estava sendo oferecida, como recompensa por sua localização e informações, a quantia de US$ 7 milhões. Os EUA trabalhavam com a possibilidade de que ele pudesse ser o sucessor Abu al-Baghdadi, cabeça um do Estado Islâmico.

Na avaliação do secretário de Defesa dos Estados Unidos, Ashton Carter, a eliminação de al-Qaduli reduzirá bruscamente as operações dos terroristas.

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"Nós estamos diminuindo fortemente o rol de líderes do Estado Islâmico. Nosso exército já eliminou vários líderes importantes do EI nesta semana, incluindo al-Qaduli, que era tido como um ministro das finanças e formava complôs internacionais", destacou.

No entanto, a rede de comando e a estrutura de poder do EI segue sendo uma incógnita. As autoridades americanas e os serviços de inteligência estabeleceram uma lista de líderes, e a partir dela montam os seus ataques. Antes do número 2 da lista, Omar "O checheno" já havia sido morto em 4 de março. #Terrorismo