Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) teme que o #Terrorismo, sobretudo o #Estado Islâmico, aponte os seus ataques em centrais nucleares no futuro, o que poderia facilmente causar milhões de mortes na Europa. Em entrevista à agência noticiosa “AFP”, Yukiya Amano, o Presidente da AEIA garantiu que as ameaças de ataques nucleares são cada vez mais fortes e que muitos países estão sendo negligentes ao ignorar essa ameaça real. Tal como informou a imprensa internacional no mesmo dia dos atentado de Bruxelas, o Estado Islâmico planejava há já algum tempo dois atentados às duas centrais nucleares de Bruxelas, que nesse dia até foram evacuadas por precaução.

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Tal como tinha prometido nos últimos meses, o Estado Islâmico atacou novamente o coração da #Europa na passada terça-feira, tendo matado 31 pessoas em Bruxelas e provocado mais de 300 feridos após três explosões, duas no aeroporto e uma no metrô da capital da Bélgica. Contudo, o terrorismo pode facilmente se desenvolver para ataques nucleares, o que provocariam rapidamente um rasto de destruição humana sem precedentes.

Com total conhecimento desse perigo cada vez mais real, o líder da Agência Internacional de Energia Atômica, em uma entrevista à imprensa internacional, garantiu que, juntamente com outros 50 líderes mundiais, vai se reunir em breve com Barack Obama para discutir urgentemente os perigos que o mundo Ocidental está enfrentado por causa das centrais nucleares presentes no território europeu, o alvo preferencial do maior grupo terrorista do mundo.

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Ao contrário do que tinha acontecido no passado, em que os atentado se limitavam a ser com armas de fogos e ataques suicidas, o Estado Islâmico mostrou pela primeira vez que tem como plano atacar várias centrais nucleares presentes no coração da Europa, uma ameaça que até agora não estava sendo equacionada pelas autoridades europeias. Por isso mesmo, juntamente com a ajuda da França, a Bélgica tem feito de tudo para conseguir destruir de uma vez por todas a célula terrorista de Bruxelas que, além de ter provocado o recente atentado na capital, também foi onde foi organizado os ataques que mataram 137 pessoas em Paris.