A campanha política do popular Donald Trump novamente foi alvo de polêmicas na noite de quarta-feira (9). John McGraw, de 78 anos, agrediu um participante de um grupo de protestantes contra o candidato republicado à presidência dos Estados Unidos no local onde estava ocorrendo o comício.

Rakeem Jones, 26, foi atingido com um soco em seu rosto enquanto era contido por seguranças, mas isso não impediu o ato. John, em entrevista à um canal americano, insistiu que o protestante merecia ser agredido e que se houver uma próxima vez, ele deveria ser executado, pois haveria a possibilidade de Rakeem fazer parte de um grupo terrorista.

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Fotos e vídeos da ação foram divulgados nas redes sociais e rapidamente se espalharam. Nos comentários, em sua grande maioria, o público mostrou-se contra McGraw e a polícia que estava no local, justamente por não prender o agressor em flagrante.

A prisão ocorreu no mesmo dia, o idoso foi acusado de lesão corporal, pagou uma nota promissória de US$2.500, cerca de R$9.000, para garantir a presença dele no dia 6 do próximo mês, data do primeiro depoimento do caso.

As declarações do aliado de Donald não pararam por aí: "Ele [Jones] não atuava como um verdadeiro americano". Já o manifestante mostrou-se muito satisfeito com a prisão do seu agressor, e contou a sua versão sobre o que aconteceu: " A polícia caiu sobre mim como se eu fosse como aqueles que estavam atacando Trump", ressalta.

A assessoria do candidato, Hope Hicks, classificou o ocorrido como "ato infeliz", mas que a campanha de D.

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Trump não pode controlar o comportamento daqueles que o apoiam.

Discurso polêmico

Durante o comício, o republicano mostrou um cartaz com um desenho de um muro, onde apoia que seja construído na fronteira com o México para evitar a circulação de "estupradores e traficantes" nos #EUA. O aumento de impostos nos vistos de mexicanos, autorizações de cruzamento de fronteira são algumas das promessas do pré-candidato.

Alguns acusam-no de ser xenófobo e propagar discurso de ódio, suas declarações chamam a atenção pela discussão que causam. Recentemente, o empresário teve de voltar atrás em sua declaração pró-tortura#Eleições