O que era para ser um momento de diversão e de prática esportiva, justamente na mais popular das modalidades, tornou-se um pesadelo para os iraquianos. Na sexta-feira (25), um homem-bomba infiltrou-se na arquibancada de um estádio de futebol no sul de Bagdá e se explodiu entre os presentes, matando mais de 30 pessoas, segundo dados cedidos por fontes médicas à agência France Presse.

Assim como já havia ocorrido nos atentados recentes contra a Bélgica, e como de costume após todos os seus ataques, o grupo terrorista autoproclamado #Estado Islâmico reivindicou a autoria de mais esse ato. O prefeito de Alexandria, localidade onde ficava o estádio alvejado, foi uma das vítimas.

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Entre os feridos há membros do exército do Iraque e da milícia xiita Multidão Popular.

O terrorista não teve dificuldades em realização sua ação. Munido de um colete repleto de explosivos, ele se infiltrou entre os torcedores presentes na arquibancada e acionou os dispositivos. A agência "Amaq", ligada ao EI, anunciou o ato "contra milicianos em Alexandria".

O EI, por sua vez, tem ampliado os seus ataques ao Iraque depois que o país iniciou uma ofensiva para retomar áreas no norte e no oeste, e na fronteira com a Síria. Segundo avaliação da coalização internacional liderada pelos EUA, o Estado Islâmico já perdeu aproximadamente 40% do seu território no Iraque e 20% na Síria. #Ataque Terrorista