Ao morrer, Osama Bin Laden deixou uma quantia milionária para a Al-Qaeda, a organização terrorista criada por ele.

Cartas de autoria do chefe terrorista revelam que o saudita deixou o equivalente a 29 milhões de dólares para a rede terrorista. Em uma das cartas ele pedia para que a sua família utilizasse o valor para o que ele chamou de jihad. Além da carta com a declaração do valor deixado, ele pediu ao seu país inimigo, Estados Unidos, que lutasse contra a mudança climática, avaliada na opinião dele, como algo catastrófico que ameaça a humanidade.

De acordo com as cartas, o terrorista também planejou uma campanha para marcar o décimo aniversário dos ataques ao World Trade Center, que aconteceu em setembro de 2001. Não ficou claro se o valor deixado por ele teria sido em dinheiro ou em bens.

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Sobre a guerra contra o terrorismo, Bin Laden disse que os Estados Unidos pensavam que seria fácil alcançar os seus objetivos em “poucas semanas ou poucos dias”. Ele orientou aos seus seguidores que fossem pacientes. Segundo ele, "com a paciência vem a vitória". Os seus pedidos foram registradas em cartas que foram divulgadas à imprensa americana.

Para Osama Bin Laden, a paciência era uma das maiores qualidades que uma pessoa poderia possuir. Em seus discursos, inclusive disponíveis no Youtube, ele sempre abordava sobre a paciência e dizia que através da paciência era possível conseguir muita coisa.

A vida de Bin Laden

Osama bin Mohammed bin Awad bin Laden nasceu em Riade, capital da Arábia Saudita, no dia 10 de março de 1957. O saudita era formado em Administração. Em 1979, tornou-se o principal líder na luta contra a invasão soviética no Afeganistão.

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Em 1988, finalmente fundou a Al-Qaeda, “A Base”.

Antes da Al-Qaeda, ele também liderou um movimento chamado Maktab al-Khidamat (MAK), movimento que também apoiava a luta contra os "invasores" no Afeganistão.

O chefe da Al-Qaeda era de família rica. Seu pai, Mohammad, teve 50 filhos, sendo ele o filho de número 17. Mohammad foi o empresário de construção civil mais rico da Arábia Saudita. #Terrorismo #Al Quaeda #Oriente Médio