Depois de mais de meio século de disputas diplomática e conflitos com Cuba, o presidente norte americano Barack Obama fará uma visita de 48 horas na nação comandada pela família Castro. Há exatos quinze meses, os dois países reataram relações. Foram muitos anos de guerra fria entre os dois países, e agora Obama espera novos acordos comercias com Cuba.

Os dois países estão otimistas quanto a novos tratados econômicos positivos para ambas as nações. Este será  um encontro histórico entre Raul Castro e Barack Obama em Havana. Cuba afirma que muito precisa ainda ser debatido para que os Estados Unidos e Cuba fiquem satisfeitos, e que ainda há arestas para aparar segundo fontes cubanas.

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Foram muitas sanções econômicas imposta pelos americanos quando Fidel Castro governou Cuba, e este encontro é uma grande chance do mundo acompanhar um melhor relacionamento entre os dois países.

Obama será o primeiro presidente americano a desembarcar em solo cubano em 80 anos. O mercado da ilha precisa entender que há novos laços entre os dois países, e quem sabe será bom para ambas as partes. Claro que há ainda muita desconfiança do empresariado cubano, mas esta visita é essencial para dar os primeiros passos em prol de novas e proveitosas relações diplomáticas.

O show dos Rolling Stones que estava programado para amanhã (20), foi adiado para o dia 25, sexta feira, devido a chegada do presidente americano. Com certeza dois eventos desta grandeza não seria possível no mesmo dia. Antes da #Viagem, Obama liberou documentos sobre a ditadura argentina ocorrida entre os anos 1976 a 1983, pois o presidente americano vai visitar o país sul americano após sair de Cuba.

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A intenção é tornar público o que ocorreu durante o período militar após o golpe no país portenho em 1976. São duas visitas de extrema importância para as nações. Cuba e Estados Unidos por terem enfrentado vários problemas de relacionamento, e para o povo argentino que vai descobrir o que realmente aconteceu durante os difíceis anos da ditadura no país sul americano. #Opinião #EUA