Mais uma vez, a Coreia do Norte deu mostras de que não tem interesse em entrar em um acordo com os países do sudeste asiático, tampouco ceder às exigências feitas pela #ONU (Organização das Nações Unidas) para interromper seus testes nucleares. Na sexta-feira, dia 18 de março, o regime de Pyongyang disparou um missão de médio alcance, com destino ao mar do Japão, segundo autoridades da Coreia do Sul alertaram posteriormente.

O regime de Pyongyang não havia tentado uma investida tão ousada desde 2014, já que o projétil sobrevoou um espaço aéreo de aproximadamente 800 quilômetros, antes de cair no mar, já pela manhã. Ainda não se sabe se o míssil continha algum tipo de explosivo, ou se foi um teste realizado para averiguar a capacidade de atingir alvos em potencial, especialmente países inimigos como Coreia do Sul e Japão.

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Na semana passada, o ditador Kim Jong-Un ordenou ao seu exército o procedimento em duas etapas com mísseis, através de sua costa leste, porém com alcance mais restrito. Ainda insatisfeito com a capacidade bélica demonstrada até o momento, o regime de Pyongyang demonstra pouca vontade de atender aos anseios de órgãos internacionais.

O Conselho de Segurança da ONU aprovou de forma unânime uma série de sanções contra a Coreia do Norte, que evidentemente não surtiram qualquer efeito até então. Nesta semana, tropas dos Estados Unidos e da Coreia do Sul se uniram na costa do país asiático com o intuito de articular simulações de ataques de guerra, ofensivos e defensivos. O exército dos EUA segue postado na costa sul-coreana pronta para retaliar qualquer ato mais hostil na península coreana.

Após os norte-coreanos dispararem mísseis nucleares em janeiro, alegando que estavam desenvolvendo bombas de hidrogênio, as comunidades internacionais ligaram o sinal de alerta contra Kim Jong-Un.

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O ditador afirmou recentemente que está se preparando para guerrear contra qualquer nação do mundo, pois tem poder de fogo para isso, inclusive atacando outros continentes. A ONU respondeu afirmando que o governante máximo da Coreia do Norte deveria investir mais na economia do país - que atravessa grave recessão - a continuar explorando o desenvolvimento de seu programa nuclear. #Crise #EUA