O exército da Coreia do Norte prossegue com suas articulações e manobras no Mar do Japão (Mar do Leste), sem se preocupar com as sanções impostas pelo Conselho de Segurança da #ONU (Organização das Nações Unidas). Segundo autoridades da Coreia do Sul, em comunicado divulgado nesta segunda-feira, dia 21 de março, o regime de Pyongyang lançou pela manhã mais cinco mísseis de curto alcance através do leste do país para testar o poder de fogo dos armamentos.

Apesar de os Estados Unidos e a Coreia do Sul estarem operando na península coreana, como forma preventiva para uma possível e repentina ofensiva, o ditador Kim Jong-Un parece não estar preocupado com retaliações futuras.

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Nas últimas semanas, o líder máximo da Coreia do Norte garantiu ter poder de fogo para atacar qualquer nação do mundo, inclusive atingindo outros continentes, além da Ásia.

Em um comunicado divulgado por autoridades sul-coreanas, os mísseis foram disparados ao sul da cidade de Hamhung e conseguiram atingir uma distância de 200 quilômetros. O regime de Pyongyang tem alternado os exercícios militares com armas de curto, médio e longo alcance desde o começo do ano.

Enviado especial dos Estados Unidos para tentar contornar a situação, Sung Kim divulgou uma nota para a imprensa em Seul, capital da Coreia do Sul, para analisar o atual contexto de tensão na península coreana. "A Coreia do Norte deveria evitar todo tipo de provocações, incluindo os lançamentos de mísseis, que são uma violação clara de sanções da ONU", analisou. 

Em janeiro, o governo garantiu ter experimentado um projétil carregado de bomba de hidrogênio, muito mais potente do que a bomba nuclear lançada pelos Estados Unidos sobre Hiroshima na Segunda Guerra Mundial, podendo chegar a ser 50 vezes mais violenta e com desdobramentos terríveis.

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Tremores foram sentidos na região, mas não se comprovou se realmente a explosão era decorrente deste tipo de armamento, ou se o regime de Pyongyang estava blefando para que a ONU suspendesse as sanções. Ao contrário do que o ditador esperava, o órgão endureceu ainda mais as políticas contra Kim Jong-Un, especialmente com embargos comerciais. #Crise #EUA