A Polícia francesa está completamente focada em encontrar o  celular da jovem Alexia Silva, pois  ele pode ser a chave para o caso que está abalando milhares de franceses. Tal como informa o jornal “Público”, as autoridades estão procurando, com alguma urgência, o telefone da emigrante portuguesa, que foi desligado no mesmo dia em que a jovem desapareceu. Visto que a última ação conhecida de Alexia foi uma mensagem para o seu amigo em Lyon. O conteúdo do celular pode revelar, com bastante eficácia e rapidez, o autor do assassinato macabro que tirou a vida de uma jovem “energética e com personalidade forte”, como é recordada pelos seus amigos e familiares.

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Desaparecida durante 40 dias, o pior dos cenários foi confirmado na semana passada, quando Alexia  foi encontrada  debaixo de uma série de plantas e com claras marcas de violência no seu corpo. As autoridades já concluíram que a causa da  morte foi por asfixia, e o mais provável é que o corpo da jovem tenha sido transportado para vários locais, já depois de morto.

Agora, tal como informa a imprensa francesa, as autoridades estão entrevistando amigos, familiares e até o namorado da emigrante portuguesa, todos eles com acesso muito fácil para a ilha onde a jovem foi encontrada morta. Além disso, segundo informa o jornal “Público”, o celular é a prioridade neste momento da investigação, mas pode nunca mais ser encontrado, caso o assassino tenha se livrado dele.

Tal como qualquer adolescente de 15 anos, Alexia costumava usar muito o seu celular para falar com amigos e conhecidos, sendo que, dados os contornos violentos já conhecidos do homicídio, é altamente provável que Alexia já conhecesse a pessoa que acabou por tirar a sua vida de uma forma macabra e covarde, também é provável que ela até se comunicasse regularmente com o seu assassino.

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A verdade é que a jovem, depois de sair do seu colégio mais cedo, apenas enviou uma mensagem a um amigo em Lyon com o seu celular, para, minutos mais tarde, ser desligado, sem paradeiro conhecido, pelo menos até ao momento. #Europa #Crime #Investigação Criminal