João Rucha Pereira, consultor internacional português, revelou que Portugal pode perfeitamente ser um alvo do #Estado Islâmico, apesar dessa possibilidade não ser a mais óbvia no momento. Em entrevista ao site “Notícias ao Minuto” o especialista revelou que Portugal tem que lutar ativamente contra o #Terrorismo e mais concretamente contra o Estado Islâmico, pois só uma “união muito forte” dos países que são alvos preferenciais do maior grupo terrorista é que pode permitir a redução de atentado como os de Bruxelas, no coração da Europa.

Nos últimos meses, o Estado Islâmico, por meio dos seus canais e revistas, já demonstrou por diversas vezes interesse em Portugal, sobretudo pelo desejado que o grupo tem em reconquistas as terras que já foram dos muçulmanos.

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Por isso mesmo, o Estado Islâmico sempre olhou para Portugal, mas também para Espanha, com pontos estratégicos e históricos, bem como pelo fato dos dois países se terem juntando recentemente à coligação internacional.

Por isso mesmo, e sabendo dos reais perigos que Portugal também atravessa, por já ter sido muitas vezes referenciado pelo grupo terrorista, João Rucha garante que o papel de Portugal na luta contra o terrorismo na #Europa é importante e necessita de ser ativo, pois só uma “união” entre os países é que vai permitir que os terroristas acabem por ser derrotados. “ Portugal tem sido um paraíso para os terroristas porque é aqui que mandam as suas famílias”, revelou o especialista em entrevista ao site “Notícias ao Minuto”.

Na verdade, e como forma de prevenção de um possível ataque em Portugal, as autoridades já reforçaram o controle das suas fronteiras bem como o número de policiais em zonas de transportes públicos.

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Apesar do que aconteceu em Bruxelas e do interesse já demonstrado pelo Estado Islâmico em um país que tem uma grande comunidade brasileira, a verdade é que as autoridades portuguesas não sentiram a necessidade de mudar o seu estado de alerta terrorista, ficando inalterável no estado “moderado”, ou seja, um atentado pode acontecer mas não é eminente.