Vários jornais britânicos noticiaram essa semana que terroristas do #Estado Islâmico forçaram uma menina de 12 anos a executar um grupo de cinco mulheres. Entre as vítimas estava uma médica que, alegadamente, tinha sido raptada pela organização terrorista que tem espalhado o seu terror por todo o mundo. Que se saiba, essa foi a primeira execução do EI levada a cabo por uma jovem menina que parece seguir os passos do já falecido Jihadista John.

Foi no Norte do Iraque, na província de Nineveh que tudo aconteceu. Uma testemunha não identificada relatou o acontecido à rede de notícias Alsumaria. O homem confirmou que, na tarde de 2 de março, uma menina de 12 anos, que pertence ao Estado Islâmico, executou cinco mulheres, uma delas uma médica, raptada pelos terroristas.

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A profissional de saúde havia sido condenada à morte em um tribunal do Estado Islâmico, depois de ter recusado tratar vários membros da organização terrorista que ficaram gravemente feridos após um bombardeamento das forças internacionais.

Segundo a opinião de vários especialistas que têm seguido o conflito, essa foi a primeira execução do Estado Islâmico tendo como protagonista uma jovem menina. O grupo terrorista pública regularmente vídeos de propaganda com imagens de seus treinos e execuções, no entanto, nunca tinham mostrado nenhuma mulher em cargos de chefia.

Em janeiro foi um menino de 11 anos

No mês de janeiro, o Estado Islâmico publicou um vídeo de propaganda em que um menino de 11 anos é o centro de todos os acontecimentos. Nesse vídeo o jovem rapaz aparece ajoelhado e beijando a mão do seu pai.

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Momento depois, o menino de seu nome Abu Imara al Omri faz-se explodir perto de um caminhão carregado com explosivos. Esse vídeo foi publicado na internet por membros do ISIS que afirmaram que Al Omri foi uma peça fundamental para derrotar as forças do presidente da Síria Bashar al-Assad na cidade de Ghazi, um local estratégico para o Estado Islâmico.

A utilização de crianças em ataques terroristas é algo que poderá começar a ser cada vez mais frequente. Isso porque o ISIS apelou na revista Dabiq, a sua publicação mensal em língua inglesa, a que todas as mães que apoiam a organização sacrifiquem os seus filhos na luta contra o Ocidente.

O que você acha sobre esses acontecimentos? Acha que as crianças estão sendo utilizadas apenas como propaganda? Ou são verdadeiros soldados? Conte para a gente a sua opinião. #Terrorismo #Crime