Um ditador da América Latina, Evo Morales, decidiu declarar publicamente todo o seu apoio ao ‘companheiro’ Lula (palavras do político) e da presidente Dilma, repudiando aqueles que desejam o #Impeachment e a prisão do ‘operário’ pobre.

O boliviano resume todo o problema político do Brasil como uma tentativa clara de golpe da direita, alegando que quem deseja tirar Dilma do poder e prender Lula, não é o povo, mas a direita que quer ‘reconquistar o Congresso’ e todos que se unem para derrubar Dilma e Lula, seriam golpistas.

Segundo ele, a direita quer ‘tirar e julgar’ a ‘companheira’ Dilma e impedir que o ‘operário do povo’ volte a presidência.

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Evo vai mais longe e diz que não só a direita do Brasil quer prejudicá-los, mas a direita da ‘América do Sul e da América’ estão unidas pelo golpe.

Mesmo Bolívia e Brasil pertencendo ao mesmo continente, Evo Morales disse que os golpistas estão usando ‘instrumentos’ da democracia ocidental para ‘castigar’ Lula por ser um dirigente sindical que chegou ao poder, além de prender Dilma, que deu continuidade ao governo de Lula.

O político também quer reunir todas as forças políticas da América do Sul para apoiar Dilma de forma ‘firme’. O Chile já declarou que não se envolverá no assunto e a Argentina ofertou apenas apoio institucional, deixando claro que não pretende interferir na política brasileira, pois entendem que isso é um assunto interno que deve ser resolvido entre os brasileiros.

Evo conseguiu o apoio dos representantes políticos do Uruguai, Venezuela e Equador.

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Há quem diga que o apoio é unicamente formal e que em nada interferirá na política nacional, mas também existem pessoas que temem que os ‘vizinhos’ resolvam interferir civilmente no país no caso de um impeachment, gerando um conflito de consequências gigantescas, bem como a saída do Brasil do #Mercosul.

A votação do impeachment deve acontecer no dia 14 de abril e Dilma já começou a articular ‘misteriosamente’ com parlamentares a fim de conquistar o número mínimo de votos para barrar o impeachment. 

Com as escutas da última semana, bem como nomear ao cargo de ministro um político investigado, processado e com pedido de prisão em andamento, é esperado que novos pedidos de impeachment sejam protocolados nos próximos dias, uma vez que houve clara evidência de crime de responsabilidade.

Dilma nega qualquer crime e afirma que não fez nada de errado , não sendo possível que algo contra ela possa ser provado com a gravação. Políticos e juristas discordam, chamando a situação do governo de vergonhosa.

O PRB, que por muito tempo fez parte da base de governo de Dilma, abandonou a presidente oficialmente no mesmo dia que as gravações vazaram. Temer e Renan Calheiros estão cada vez mais distantes de Dilma e ela, parece que está ficando sozinha com Lula, de forma que nem Evo e cia poderão ajudá-la. #Dilma Rousseff