De acordo com a ONG Observatório Sírio para Direitos Humanos e a mídia estatal síria, as forças do regime de Bashar Al-Assad contaram com o apoio terrestre russo em uma ofensiva que já durava 20 dias, resultando na expulsão dos terroristas da cidade de Palmira, que é considerada patrimônio da humanidade pela UNESCO. A cidade síria havia sido conquistada pelo EI em maio 2015, o que gerou grande repercussão mundial.

Foi informado pelo Observatório Sírio que neste domingo (27), ainda era possível ouvir disparos de arma de fogo na cidade, mas as forças do #Estado Islâmico já haviam começado a bater em retirada na sexta (24), passando o controle da cidade de volta para o regime sírio.

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A recuperação da cidade foi vista como uma importante vitória, já que parte do patrimônio histórico ainda se encontrava intacto - outra parte, infelizmente, foi destruída pelos terroristas durante a ocupação.

Em seguida, foram empregados esforços de engenheiros militares para a eliminação de bombas e minas remanescentes que ameaçavam a integridade da cidade, que contém numerosos tesouros históricos.

As estimativas de baixas durante o conflito são de: 400 jihadistas e de 180 soldados do regime de Assad, de acordo com o comando militar sírio. 

O governo russo participou da ofensiva dando apoio às forças sírias com aviões, helicópteros e forte artilharia em terra, capazes de bombardear posições estratégias do Estado Islâmico. No sábado (27), as forças sírias já haviam retomado uma fortaleza situada na cidade que oferece vista plena para todo o local.

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Com essa derrota, os extremistas somam mais uma grande perda, visto que há dois dias o segundo no comando do EI foi morto em um bombardeio norte americano contra bases dos terroristas. Abdel Rahmane al-Qaduli, considerado o número 2 do EI, morreu durante um #Ataque aéreo na sexta (24). Foi oferecida uma recompensa de US$ 7 milhões por informações sobre ele, que era visto como um potencial sucessor de Abu Bakr al-Baghdadi, atual Califa do Estado Islâmico. #Oriente Médio