Os atentados cometidos pelo Estado Islâmico na manhã desta terça-feira, dia 22 de março, em Bruxelas, capital da Bélgica, comoveu diversas nações ao redor do mundo. Até o momento, as explosões no aeroporto da cidade e em um trecho do metrô mataram 34 pessoas e deixaram centenas de feridos no coração de Bruxelas, segundo autoridades belgas.

Como ato de solidariedade, o governo francês tomou uma pronta atitude para consolar a população do país vizinho. A Torre Eiffel, principal ponto turístico da capital Paris, e considerado um dos mais belos monumentos do mundo, teve suas luzes acesas nesta noite, com as cores da bandeira belga.

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A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, foi enfática ao afirmar que os países que estão sob a mira sanguinária dos terroristas jihadistas, serão combatidos e exterminados.

A prefeita divulgou nota para a imprensa com a intenção de estabelecer um pacto contra o #Estado Islâmico, mesmo grupo que atacou Paris, no dia 13 de novembro de 2015, com o saldo de 130 mortos. "Estamos unidos", afirmou Anne Hidalgo, sobre o lamentável acontecimento desta terça-feira, através do Twitter. Além dos belgas que foram mortos nos atentados, autoridades francesas divulgaram que oito franceses constam da lista de feridos - três deles em estado grave.

O governo italiano também se posicionou quanto aos ataques sofridos por Bruxelas e tomou atitude semelhante ao dos franceses, utilizando a tradicional Fontana di Trevi, localizada na capital Roma, a iluminando também com as tradicionais cores preto, vermelho e amarelo, da bandeira belga.

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Os ataques ocorreram quatro dias após a captura de Salah Abdeslam, considerado o mentor dos atentados orquestrados em Paris. A Itália também é um dos alvos do EI, segundo afirmou o grupo.

Segundo o próprio Estado Islâmico, este é apenas o início das represálias que o grupo pretende impor sobre a Europa e o Ocidente. As polícias especializadas de diversos países estão na busca de suspeitos e prováveis cúmplices de Salah Abdeslam, já que ainda não foi determinado o próximo alvo dos terroristas. A Alemanha e a Grã-Bretanha, na condição de grandes potências europeias no momento, já foram ameaçadas diversas vezes pelos jihadistas e, portanto, as autoridades dos dois países também devem entrar com uma cooperação de força-tarefa, na busca dos integrantes do grupo. #Crise #Ataque Terrorista