A polícia da Bélgica conseguiu prender um homem, de origem ainda desconhecida, antes que uma nova tragédia acontecesse na capital Bruxelas. Nesta sexta-feira, dia 25 de março, um suspeito de ter participado dos ataques de terça-feira (22), foi baleado na perna, e, posteriormente, detido pelas forças competentes do país europeu. O militante estaria portando uma mala carregada de explosivos. Ele também estaria envolvido com um criminoso que planejava novo atentado contra Paris.

A Procuradoria Federal da Bélgica afirmou a uma rede de televisão local que o homem faz parte da mesma célula terrorista que pretendia deflagrar um novo ataque de grandes proporções contra a França, como aconteceu na fatídica noite de 13 de novembro de 2015, em Paris.

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Na ocasião, o #Estado Islâmico assumiu o atentado, que deixou 130 mortos e centenas de feridos. Outros dois suspeitos foram presos nesta sexta-feira, também em Bruxelas.

Após os atentados contra a capital belga, uma força-tarefa integrando esquadrões especiais de diversas nações europeias, conseguiu prender cerca de nove suspeitos de envolvimento com atos terroristas somente na Bélgica, além de mais duas na Alemanha. A polícia, depois de receber denúncias, cercou o bairro de Schaerbeek, no norte de Bruxelas, e conseguiu deter o homem não identificado, depois de três bombas explodirem perto do local.

O prefeito Bernard Clerfayt garantiu que as explosões foram contidas e que, por enquanto, não há registro de feridos na operação. Ainda, segundo a emissora de televisão pública belga RTBF, que teve acesso aos dados policiais emitidos após a ação da polícia belga, o indivíduo portava uma mala repleta de explosivos.

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Dos seis presos que foram detidos na quinta-feira (24), três tiveram a prisão relaxada, após a prestação de depoimentos. Os outros três estariam de fato relacionados aos atentados em Bruxelas e serão indiciados. Ainda será apurado se eles têm conexão com o militante detido em Paris, na quinta-feira (24), que estaria planejando detonar bombas na capital francesa, como forma de retaliação pela prisão de Sahah Abseslam. #Crise #Ataque Terrorista