#Crime horrendo na tarde desta quinta-feira, em Moscovo, na Rússia. Uma mulher de 38 anos matou uma menina de quatro anos, Anastasia, e, após cortar sua cabeça com uma faca de cozinha, saiu para a rua com a cabeça decepada da menina na mão. Gyulchekhra Bobokulova, vestindo um hijab islâmico preto, caminhou por mais de uma hora até que foi detida pela polícia. Na hora do crime, se chegou a pensar que a mulher poderia ser uma terrorista, mas, agora, se sabe que Gyulchekhra era a babá da pequena Anastasia e poderia estra sofrendo um ataque de esquizofrenia quando cometeu o alegado crime. 

Gyulchekhra estaria sofrendo de esquizofrenia e contou para a polícia que estava escutando vozes em sua cabeça quando cometeu esse crime e saiu pela rua gritando.

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O resto do corpo da menina foi encontrado dentro do apartamento. 

Doente em segredo para ter trabalho

Gyulchekhra tinha um passado de esquizofrenia muito grave, uma doença que estava escondendo e nem estaria se tratando. Apesar de inscrita em uma clínica de sanidade mental, ela não estaria mais indo nas consultas para esconder sua doença. Nos últimos meses, seu estado de saúde estava se agravando, após ter sido rejeitada por mais um homem. 

Seu passado está sendo escrutinado pela imprensa. Gyulchekhra tem três filhos e foi casada durante doze anos com um homem. A polícia já conseguiu apurar que o divórcio não correu nada bem, e a mulher foi "chutada para a rua" e seus filhos ficaram com familiares no Uzbequistão de onde essa mulher é natural. 

No ano passado, Gyulchekhra teria casado com um outro homem, mas era sua segunda esposa, uma condição que a mulher sempre soube.

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No entanto, esse homem acabou largando-a também há quatro meses, voltando para sua primeira mulher. Esse foi o relato que a alegada assassina contou para a polícia durante o primeiro inquérito. A polícia já está entrando em contato com familiares da mulher de 38 anos, mas parece que o crime tem como primeira explicação a esquizofrenia da mulher, que estaria passando por uma fase emocional bem transtornada após dois divórcios quase seguidos.  #Europa #Casos de polícia