O pior dos cenários foi confirmado: o seguro do micro-ônibuss não vai pagar qualquer tipo de indenização às famílias das vítimas que perderam familiares. Tal como informa o jornal “Sol”, o seguro que cobria o micro-ônibus alegou que o número de passageiros presentes na viatura no momento do acidente passa em mais do dobro o limite máximo. Além disso, e apesar das autoridades francesas ainda estarem em investigação, a idade do motorista não permite que ele dirigisse um número tão grande de pessoas.

As esperanças para que o seguro aceitasse pagar os estragos feitos ao caminhão, após o acidente, e as indenizações resultantes das doze mortes de imigrantes portugueses eram mínimas, mas agora passaram a ser nulas.

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Assim, as famílias vão ter custos muito elevados, sobretudo no transporte dos corpos de França para Portugal, que vão ser realizados nos próximos dias por via terrestre.

Tal como informa o site “Notícias ao Minuto”, as famílias vão assim arcar com todos esses custos, que podem ainda aumentar caso haja processos judiciais contra as vítimas, depois das autoridades francesas terem descoberto que os imigrantes estavam viajando de forma ilegal. Desta forma, e completamente na miséria, pelo menos em termos emocionais, a imprensa internacional aguarda que os próximos dias dos familiares das vítimas sejam muito complicados e duros, com a certeza absoluta que não vão receber qualquer tipo de compensação financeira pelas suas perdas trágicas.

Complicados também vão ser os próximos meses do motorista, o único presente no micro-ônibus que sobreviveu ao acidente, e o dono das viaturas, que faziam parte de uma empresa de transportes ilegais na #Europa.

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Os dois estão atualmente em alas psiquiátricas, alegadamente recuperando o choque inicial do acidente, que marca uma das páginas mais negras da comunidade de imigrantes portugueses. Ainda em investigações, as autoridades francesas pretendem reconstruir a viatura para tentar perceber como eram as condições exatas que os 13 passageiros estavam viajando, em uma viagem que tinha uma duração aproximada de 20 horas e que ligava Friburgo, Suíça, e o norte de Portugal. #Investigação Criminal #Emigração