A série de barbáries promovidas pelo grupo terrorista auto-denominado 'Estado Islâmico' parece estar muito longe do fim. O grupo capturou um padre em um dos seus últimos ataques e o sentenciou à morte na cruz.

O padre tem origem indiana e era o responsável por uma Igreja no Iêmen. Os terroristas invadiram sua paróquia, chegaram atirando, o que ocasionou na morte de dezesseis pessoas, das quais quatro eram freiras.

O maligno plano do Estado Islâmico é que o padre Tom Uzhunnalil seja crucificado em plena sexta-feira da paixão, importante data para os cristãos que relembra à crucificação de Jesus Cristo.

Algumas irmãs franciscanas que acompanham o verdadeiro 'calvário' que o padre Tom tem atravessado afirmam que ele vem sofrendo torturas diárias e somente não foi morto pois o Estado Islâmico planeja uma execução 'temática' para o religioso.

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Entretanto alguns representantes da congregação que era conduzida pelo clérigo não confirmam a versão das freiras franciscanas, porém pediram orações para o líder.

A captura de Tom Uzhunnalil se deu no dia 5 de março em uma fundação criada pela Madre Teresa de Calcutá, destinada ao cuidado de anciãos. Os demais religiosos afirmam não saber os motivos de o ataque ter sido destinado exclusivamente aquela instituição.

O líder mundial da Igreja Católica, papa Francisco, fez um pronunciamento sobre o ataque do Estado Islâmico e classificou o ato como atuação "diabólica". Apenas uma vítima escapou dos terroristas. Ela relata ter se escondido enquanto o padre Tom era capturado e um a um os demais eram friamente executados com tiros na cabeça.

O papa Francisco ordenou que os diplomatas representantes da Igreja somem forças para descobrir o paradeiro do padre Tom.

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O local em que foi realizado o ataque, Iêmen, está afundado em uma guerra civil há mais de um ano.

O país sofre com o extremismo religioso e constantemente é vítima de grupos terroristas como o próprio Estado Islâmico e o que restou da 'Al-Qaeda'. O 'EI' nunca escondeu seus planos e intenções de explodir Roma e matar o papa. #Terrorismo #Oriente Médio