Depois de França e Bruxelas, Wanda Silva, emigrante portuguesa que trabalha em Bruxelas, no Parlamento Europeu, considera que não há razão nenhuma para o Estado Islâmico não querer atacar Portugal. Tal como informa o site “O Observador”, a verdade é que o maior grupo terrorista do mundo, em várias das suas publicações nos últimos meses, garantiu que há razões para os radicais terem interesse em Portugal, e também em Espanha. Além do seu passado muçulmano, Portugal tem uma localização estratégica que agrada aos terroristas.

Os alertas estavam ao máximo, mas as autoridades europeias não conseguiram travar mais um atentado que está assombrando a #Europa e o mundo.

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Depois da França, no passado mês de novembro (2015), agora foi a vez da capital da Bélgica, Bruxelas, ter pelo menos 34 pessoas mortas e centenas feridas nas suas ruas.

Em declarações ao jornal “Sol”, uma emigrante portuguesa, que trabalha no Parlamento Europeu, e que assistiu ao terror que se viveu hoje na capital europeia, afirmou que “ninguém garante que uma coisa dessas não possa acontecer em Portugal”, referiu claramente transtornada. Em uma altura em que o #Estado Islâmico já reivindicou o ataque, o mesmo grupo garantiu que tenciona atacar mais pontos da Europa, sobretudo aqueles que fazem parte da coligação europeia, como é o caso de Portugal. Mas até que ponto o país, que conta com uma comunidade brasileira enorme, corre sérios riscos de ser vítima de um atentado terrorista, algo que nunca aconteceu na sua longa história?

A verdade é que, tal como informa o site “O Observador”, já existiram várias referências a Portugal no plano de conquista do Estado Islâmico, que já referiu, no passado, pretender, até 2020, destruir a religião católica de todo o território europeu.

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Tal como acontece com a Espanha, Portugal tem um posicionamento estratégico que poderá representar um interessa para os terroristas, bem como a vontade, já demonstrada em várias revistas oficiais do grupo terrorista do Estado Islâmico, em tornar Portugal e Espanha novamente muçulmanos, tal como já aconteceu há muitos séculos atrás. #Terrorismo