Autoridades belgas confirmaram a prisão de sete pessoas que supostamente teriam feito parte do #Ataque Terrorista, da última terça-feira (22), em Bruxelas, depois que dois carros-bombas foram detonados no aeroporto e no metrô da cidade. O ato, praticado por militantes do #Estado Islâmico, deixou 34 mortos na capital belga, além de aproximadamente 200 feridos, muitos em estado grave. Além disso, a polícia alemã, através de investigações paralelas, conseguiu deter outros dois, também suspeitos pelas ações ocorridas na Bélgica.

As prisões foram confirmadas pela procuradoria-geral belga, durante operações que se estenderam desde a quarta-feira.

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Os bairros de Schaerbeek, no norte de Bruxelas, e Jette, no oeste, e o centro de Bruxelas foram os principais alvos das investigações da polícia, que conseguiu êxito na captura dos jihadistas. Já a rede de televisão pública RTBF confirmou a detenção de mais um suspeito, no norte de Bruxelas, no bairro de Forest, já na manhã desta sexta-feira (25).

A prestigiada revista alemã Der Spiegel revelou que as autoridades da Alemanha interceptaram ligações entre membros da célula que atuaram na última operação dos terroristas. Através de códigos, os suspeitos foram prontamente identificados e uma força-tarefa conseguiu prender mais dois militantes do Estado Islâmico. O governo alemão preferiu não dar mais detalhes sobre como ocorreu a operação dos últimos dias.

Na quinta-feira (24), o ministro do Interior da França, Bernard Cazeneuve, fez um discurso na TV, para informar ao povo do país que um perigoso integrante da célula terrorista fora detido nas cercanias de Paris.

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O suspeito teria um plano em estágio avançado para causar danos semelhantes ao do ataque que vitimou fatalmente 130 pessoas na capital francesa, no fatídico 13 de novembro de 2015. A preocupação agora é impedir que novas retaliações dos terroristas continuem, pois, após a prisão de Salah Abdeslam, um dos mentores do atentando contra a França, o Estado Islâmico prometeu que iria atacar o coração da Europa de forma contundente. #Crise