O retorno repentino do #Ebola tem chamado a atenção das autoridades, nessa última semana. Isso porque, segundo informações divulgadas na tarde da última terça-feira, 22, o surto do vírus voltou a colocar em risco a vida de moradores da Guiné, na África Ocidental.

Em declarações concedidas a Reuters, uma autoridade de saúde confirmou a quinta morte de vítima do Ebola, desde o dia 17 de março. Fode Sylla Tass, que é porta-voz da Coordenação Nacional da Luta contra o Ebola na Guiné, precisou a região onde foi registrado o último caso.

"O caso mais recente foi detectado em Macenta, a cerca de 200 quilômetros do vilarejo de Korokpara, onde houve outros quatro casos de morte relacionados ao Ebola", disse.

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"O homem que não foi identificado, visitou recentemente Korokpara", afirmou.

As últimas medidas de prevenção contra o Ebola na Guiné

As informações sobre os impactos que o repentino surto de Ebola têm causado na região de Guiné ainda são divergentes (dependendo a fonte), mas estima-se que mais de 800 pessoas já estejam sendo monitoradas em regime de quarentena. Essas são as que, de alguma forma, podem ter entrado em contato com algum dos infectados nos últimos dias.

Até onde se sabe, os contatos devem ficar em suas casas por 21 dias. Após esse período a tendência é que aqueles que não apresentarem nenhum sintoma da #Doença sejam liberados da quarentena.

O Ebola e seu terrível passado recente na região

No ano passado, a epidemia do Ebola na África Ocidental ligou o sinal de alerta em autoridades no mundo inteiro.

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A região africana foi uma das que mais sofreram com o vírus, desde 2013. Por lá foram registradas mais de 11.300 mortes, sendo pelo menos 2.500 delas em Guiné.

Depois de um sistemático programa de prevenção e quarentena, Guiné foi declarado um país livre do Ebola. O recente surto da doença na região, contudo, volta a preocupar a população.

A informação sugere que, na região de Makoidou, a confirmação da infecção das novas vítimas causou pânico. Além disso, em caráter de prevenção, a Libéria teria fechado a sua fronteira com a Guiné ainda na terça-feira. #Organização Mundial de Saúde