Pinto da Costa, bem como Antero Henrique, vão a julgamento por oito crimes relacionados com a contratação de segurança ilegal, com fortes ligações a atividades ilegais relacionadas com drogas e a noite do Porto. Tal como informa o jornal “Correio da Manhã”, o juiz da “Operação Fênix”, pode perfeitamente considerar, devido aos seus contatos e influências, que Pinto da Costa é uma ameaça à investigação das autoridades portuguesas, pois existiria sempre a possibilidade do presidente do FC Porto conseguir eliminar ou manobrar provas essenciais ao caso.

Depois de várias dezenas de anos na liderança do FC Porto, onde foi acusado de corrupção e outras ligações suspeitas a atividades ilegais, Pinto da Costa vai pela primeira vez a julgamento, algo que está incomodando muitos os portistas, que ainda recentemente reelegeram o lendário dirigente para mais um mandato de quatro anos.

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Quanto aos oito crimes que Pinto da Costa está sendo acusado, bem como o seu braço direito de muitos anos Antero Henrique, estão todos relacionados com a contratação de times de segurança ilegais para própria proteção, mas também durante serviços de vários eventos que juntam regularmente milhares de pessoas. Muitos membros desse time de seguranças estão sendo investigados por extorsão, ofensas à integridade física, posse de armas proibidas e muitos outros crimes que estão chocando Portugal e que podem também estar diretamente relacionados com Pinto da Costa e Antero Henrique, duas das mais importantes figuras do FC Porto atualmente.

O risco de prisão, tal como informa o jornal “Correio da Manhã”, é praticamente eminente visto que o Ministério Público considera que o presidente aguardar até a julgamento, que pode apenas se iniciar no próximo ano, é uma medida de caução demasiado branda e que pode comprometer significativamente a eficácia da investigação, bem como as provas recolhidas pela acusação que podem naturalmente ser usadas contra Pinto da Costa e Antero Henrique.

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Nas redes sociais, muitos portugueses se dizem envergonhados por o que o dirigente tem feito nos últimos anos que, segundo eles, é mais que óbvio ser à margem das leis portuguesas. #Justiça #Europa #Investigação Criminal