Uma explosão causada por um incêndio acabou em tragédia no sul da Índia. Durante a madrugada deste domingo (10), milhares de pessoas se reuniram para a comemoração do Novo Ano hindu, que seria celebrado na quinta-feira. Pelo menos cem pessoas morreram no acidente e mais de 500 acabaram feridas. Segundo autoridades, o fogo teve início após uma explosão em uma loja de fogos de artifício. 

Narenda Modi, que é primeiro-ministro da Índia, determinou que o local afetado fosse imediatamente evacuado com ajuda de helicópteros, dando preferência às vítimas mais atingidas e em estado mais crítico. Casas nas redondezas, localizadas a 1 km de distância do templo, puderam sentir o impacto.

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De acordo com relatórios das autoridades locais, a polícia não havia liberado a detonação de fogos no templo Puttingal

Ramesh Chennithala, ministro do Interior do Estado de Kerala, estabeleceu que fosse aberto investigação para apurar as causas da tragédia. Faíscas teriam caído sobre um edifício que depositava fogos de artifício. Segundo o governo da Índia, equipes trabalham na área afetada, onde 10.000 a 15.000 pessoas estavam presentes para celebração.

Hospitais da região receberam os feridos para atendimento médico. Os considerados mais graves foram conduzidos para faculdade da capital do país, Thiruvananthapuram. De acordo com o diretor responsável, Doutor Mohandas, em algumas das vítimas os ferimentos foram tão graves que tiveram até 50% do corpo queimado, além de correr risco de amputação.

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O incêndio que vitimou mais de 100 pessoas é visto como o maior nos últimos dez anos. Em 2004, uma escola de Tamil Nadu sofreu um incêndio, levando a morte de 91 pessoas, a maioria delas, crianças.

Durante um incêndio ocorrido na Escola Primária Saraswat, localizado na cidade de Kumbakonam na Índia, 80 crianças morreram.  A única saída do prédio era um corredor apertado, impossibilitando as crianças de conseguirem passar durante a correria. Nenhum dos funcionários da escola se feriu. Segundo os pais dos alunos, tanto professores quanto funcionários correram deixando as crianças para trás. #Hospital #Terremoto