Uma imigrante portuguesa acusou o Reino Unido, sobretudo os seus Serviços Sociais, de terem roubado o seu filho recém-nascido por ele ainda não ter sido registado. Tal como informa o site “Notícias ao Minuto”, depois de várias tentativas de profissionais de saúde verem o bebê, sem que tivesse conseguido fazer, a Polícia decidiu retirar o bebê do jovem casal. Agora, a imigrante portuguesa vive momentos de completo terror e luta, através das redes sociais e de donativos, pela custódia do seu filho, que está sob a responsabilidade do Estado britânico.

Os problemas com o bebê começaram desde que ele nasceu, no dia 1º de fevereiro.

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Ao que tudo indica, e como provam as muitas fotografias publicadas pela portuguesa no seu Facebook, o parto foi doloroso e demorou cerca de seis horas em uma piscina improvisada, pois a parteira teria demorado muitas horas até chegar ao local.

Depois de terem sido transportados para o hospital de Southampton, a verdade é que o filho não teria  ficado registado nos Serviços britânicos e, nos dias seguintes, tentando ao máximo recuperar de um parto muito doloroso, quando perdeu muito sangue, a portuguesa se recusou a atender todos os profissionais de saúde que foram a sua casa para verem como estava o bebê. Passado somente cinco dias, a polícia foi ao local e teria “roubado” o filho da imigrante portuguesa, depois do pai da criança não ter dito qual era o sexo e o nome do bebê.

Os Serviços Sociais ingleses teriam garantido que apenas tomaram essa medida extrema porque consideraram que havia motivos suficientes para acreditar que pudesse ter havido negligência por parte do casal quanto à segurança e a saúde do filho, tendo rapidamente ordenado a sua retirada.

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Passado mais de dois meses desde que ficou seu o bebê, a imigrante portuguesa tem tentado de tudo para que a sua história cruel chegue ao máximo número de pessoas possível, tentando angariar o máximo de donativos possíveis para ajudar nessa dura causa, tendo já conseguido mais de mil euros em donativos desde que iniciou essa sua nova luta. #Justiça #Europa #Emigração