Um casal de imigrantes portugueses, que vive em Toulouse, França, confessou que o bebê, que morreu com um traumatismo craniano, era uma um bebê difícil e que chorava muito. Tal como informa o site “Correio da Manhã”, depois da imigrante de 24 anos, responsável pelo pequeno Leonardo, que tinha apenas 15 meses, ter sido detida, um interrogatório com as autoridades francesas, que rapidamente perceberam os maus-tratos que o bebê sofria, fizeram com que a portuguesa fosse presa preventivamente, sendo acusada de homicídio voluntário.

Depois de várias tentativas de reanimação feitas ao pequeno Leonardo por parte do casal de portugueses, alegadamente tios do bebê, as autoridades chegaram ao local quando a criança já não tinha qualquer chance de  sobreviver.

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Apesar de não se ter suspeitado logo de um homicídio, a verdade é que o hospital local garantiu que o bebê, ao contrário do que se suspeitava, morreu devido a um enorme hematoma na sua cabeça e não por um ataque respiratório.

Rapidamente as autoridades detiveram o casal e, enquanto o homem de 29 anos foi libertado, a portuguesa respondeu a um vasto interrogatório e foi presa em seguida. Tal como informa  a imprensa local, as autoridades, depois da confissão do casal, que garantiu que o bebê era “muito difícil”, suspeita que o homicídio ou foi premeditado - possibilidade que a polícia acredita ser a mais provável -, ou então pode ter sido “um gesto nervoso” que provocou o traumatismo ao bebê, que não resistiu aos ferimentos.

Em uma altura em que a comunidade imigrante portuguesa ainda está recuperando do acidente que matou doze portugueses, também na França, esse caso de homicídio está provocando muita revolta nas redes sociais.

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Muitos imigrantes portugueses consideram que esses crimes apenas contribuem ainda mais para os franceses terem uma má opinião deles e de prejudicar o seu bom nome. As autoridades francesas procuram agora descobrir porque é que o bebê não estava com os seus pais em Portugal, mas sim com os seus tios na França. #Europa #Investigação Criminal #Emigração