Parece ter chegado no final, o processo na #Justiça entre a família McCann e o detetive português Gonçalo Amaral. Na tarde desta terça-feira, foi notificado pelo tribunal que o detetive não terá que pagar o meio milhão de euros exigido por indenização pela família de Maddie McCann. Foi do policial português a iniciativa de que os pais de Maddie fossem considerados suspeitos no caso do desaparecimento da menina.

Na altura, em maio de 2007, Gonçalo Amaral e sua equipe foi destacada para iniciar os procedimentos que levariam a procura da menina, que sumiu, na praia da Luz, no Algarve. A criança, na altura com três anos, teria ficado sozinha com os irmãos mais novos no apartamento, enquanto os pais saíram para jantar com os amigos. Logo aí, o detetive português teria considerado esse comportamento como suspeito.

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E se não fosse por mais, os pais já teriam errado, com esse comportamento negligente. As primeiras pistas seguidas pela polícia portuguesa teriam detectado mesmo sangue da menina, tanto no apartamento, quanto também na mala do carro de seus pais. 

No entanto, quando Kate e Gerry McCann estavam sendo investigados como suspeitos, a ingerência da polícia inglesa acabou afastando Gonçalo Amaral das investigações. Sempre firme em suas decisões, o detetive não se acovardou e em 2008 publicou um polêmico livro: "A verdade da mentira", onde conta que o desaparecimento de Maddie não foi um rapto, mas sim um homicídio. 

O detetive Amaral revelou que os pais da criança inglesa mataram a menina, ainda dentro do apartamento, e deram sumiço no corpo, antes de fingirem todo esse desaparecimento, há nove anos atrás. 

Um juíz de Lisboa teria considerado que Gonçalo Amaral teria excedido os limites da "liberdade de expressão", até porque ele poderia ter violado o segredo de justiça da investigação, que ele mesmo encabeçou no início.

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Em abril do ano passado, o detetive português ficou obrigado a pagar para Kate e Gerry McCann um total de meio milhão de euros. Após o julgamento, os ingleses falaram que o dinheiro da indenização seria para procurar a menina. 

No entanto, Gonçalo Amaral recorreu e nesta terça-feira, foi dada razão para o detetive, que ficou livre de pagar qualquer quantia, em uma decisão de três juízes. 

E o leitor, quem acha que tem razão nessa história: Gonçalo Amaral ou os McCann? Deixe sua opinião nos comentários! #Europa #Casos de polícia