Em visita à sede da Agência Central de Informação (CIA), o presidente Barack Obama foi acompanhar e receber atualização sobre a luta contra o Estado Islâmico no território sírio e iraquiano. Na oportunidade ressaltou a importância de se colocar um fim na #Guerra Civil síria e no regime de Bashar al-Assad, que em parte foi responsável por várias violações do cessar fogo.

“A única maneira de realmente vencer o #Estado Islâmico é acabar com a guerra civil síria que o EI tem explorado. Continuamos a trabalhar por uma solução diplomática para esse horrível conflito”, afirmou o presidente.

Obama ainda afirma que com o cessar fogo na região, a violência não cessou totalmente, porém foi possível que grupos de ajuda humanitária adentrassem na região.

Publicidade
Publicidade

Ele ainda questionou sobre a legitimidade das eleições legislativas que estão em curso na Síria. “Temos assistido a contínuas violações do regime de Assad”, disse Obama, que também mencionou os ataques de extremistas da Frente Al-Nusra, que representa a Al-Qaeda na Síria.

O presidente ainda falou sobre as investidas aéreas contra a região. Desde seu início, há um ano e meio, os ataques têm buscado alvos estratégicos, como estruturas financeiras e de distribuição de petróleo. Sobre a eficácia, ele afirma que os ataques contribuíram muito para reduzir o atual território do EI na Síria e Iraque, ao todo foram efetuados mais de 11 mil ataques contra a região por parte dos #EUA.

O secretário de defesa americano, Ash Carter, reconhece os progressos na luta contra o EI mas, ainda assim, avalia intensificar a participação do Pentágono como forma de aumentar as forças militares na região e suprir o governo iraquiano com suprimentos militares para ajudar no combate por terra.

Publicidade

Em novembro de 2015 foi autorizado o envio de tropas especiais americanas para auxiliar em terra os combatentes, com treinamentos e efetivo combate.

Barack Obama viaja para Riade no dia 21 para discutir o conflito na cúpula do Conselho de Cooperação do Golfo, que na grande maioria integra países árabes da região.