Maria foi assassinada e desmembrada em um apartamento de um português de 38 anos chamado Jorge. Assim como informou o canal “TVI 24”, a imigrante portuguesa muitas vezes se deslocava para esse local para passar as noites e a autoridades portuguesas encontraram vários vestígios de sangue da imigrante nesse local. Quando foram procurar o dono do apartamento, as autoridades alemãs rapidamente descobriram que Jorge viajou para Lisboa pouco tempo depois do dia 9 de abril, quando a portuguesa desapareceu, e foi encontrado morto pouco tempo depois, em circunstâncias ainda por explicar.

Depois de terem sido obrigados a partilhar uma foto da portuguesa, por não terem testemunhas nem pistas suficientes para conseguirem identificar um suspeito da morte da portuguesa que foi barbaramente desmembrada, a descoberta do local do #Crime pode ser a chave para solucionar um dos crimes mais macabros dos últimos anos em território alemão.

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Segundo informa o canal “TVI24”, as autoridades responsáveis pela investigação não têm dúvidas que foi no apartamento de Jorge que Lídia Maria foi assassinada e desmembrada, para depois ter sido atirada a um rio nos arredores da cidade, um comportamento que normalmente está relacionado com a necessidade urgente do assassino se querer livrar do corpo. Contudo, o principal suspeito da morte da portuguesa não pode ser detido nem interrogado, visto que também este apareceu recentemente morto em circunstâncias difíceis de explicar.

Os times de investigações estão agora investigando a possibilidade enorme das duas mortes estarem relacionadas. Ou o imigrante Jorge participou ativamente no assassinato e desmembramento da portuguesa ou então este sabia quem tinha sido o autor do crime que ocorreu no seu próprio apartamento - essas parecem ser as grandes dúvidas das autoridades que sentem estar cada vez mais perto de conseguir desvendar um crime horrendo que está perturbando muito a comunidade imigrante portuguesa que, através das redes sociais, acompanha de perto os desenvolvimentos da investigação.

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#Europa #Investigação Criminal