Mick Duthie deu uma entrevista para o jornal Evening Standard, onde revelou seu otimismo em encontrar a pequena Maddie McCann viva. O detetive superintendente-chefe, que é o líder do esquadrão de homicídios da Scotland Yard, contou que há ainda trabalho por fazer nessa investigação. Na sua opinião, se os detetives acreditassem que a menina inglesa estivesse morta, eles não teriam todo esse trabalho em procurar. Pelo contrário, ele revelou que existem pistas "justificáveis e razoáveis" que merecem ser seguidas e analisadas. 

A esperança não é só de Mick Duthie e de seus detetives, mas também da família da menina que desapareceu no Algarve (Portugal), em maio de 2007.

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Na época, Maddie tinha apenas três anos quando sumiu do apartamento onde seus pais estavam passando férias. 

É um dos casos de crianças desaparecidas mais midiáticos de sempre e está longe de ser encerrado. Apesar de muitas pessoas estarem contra, o governo britânico continua financiando essa investigação, acreditando que os resultados irão aparecer. E nessa linha, o detetive Duthie não esfria a esperança e diz que há "trabalho que tem que ser feito". Até porque os detetives não têm conhecimento do que teria acontecido com a criança durante essa noite em que ficou em casa, com os irmãos mais novos, enquanto os pais foram jantar fora com amigos. 

Desde esse dia, ninguém sabe como a menina foi levada nem por quem e é por isso que a investigação deve continuar na opinião do detetive Mick Duthie. 

A Scotland Yard está sendo responsável pela investigação do caso de Maddie desde 2011, altura em que as autoridades portuguesas encerraram o caso.

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Na Inglaterra, estão estimando que já foram gastos mais de 17 milhões de dólares nas buscas. Mais de 1338 testemunhos foram levantados e mais de 60 pessoas foram investigadas. Nove anos após o desaparecimento de Maddie, a criança continua sumida. 

Apesar da demora ainda há esperança de que a menina possa ser encontrada viva. E, por essa razão, o maior responsável por essa investigação, Mick Duthie, acredita que as buscas têm que continuar. Dentro de seis meses o caso será reavaliado, mas se até lá nada for encontrado a investigação voltará a ser prolongada, com novos fundos monetários.  #Europa #Casos de polícia