A comunidade de Spalding, na Inglaterra, não está nem acreditando no que aconteceu. A polícia encontrou, na tarde desta sexta-feira, os corpos, já sem vida, de Liz Edwards e de sua filha, Katie, de treze anos. A mulher vivia, há vários anos, nessa casa com duas filhas, de acordo com os vizinhos e podem ter sido mortas, à facadas. A polícia está investigando o caso das trágicas mortes dessa mãe e filha. 

De acordo com algumas fontes, as mulheres teriam sido esfaqueadas. No entanto, nenhuma fonte policial confirmou essa informação ainda. Para já, as autoridades ainda não determinaram a causa desses óbitos. Há, ainda, a informação de que duas pessoas já teriam sido detidas, na sequência das mortes de Liz e Katie, mas a polícia também não confirma quais as acusações que levaram à detenção desses alegados suspeitos. 

Segundo o que a imprensa britânica conseguiu apurar junto dos vizinhos e familiares, haveria uma janela quebrada por onde os alegados agressores poderiam ter entrado e esfaqueado as duas mulheres. 

Mesmo sem confirmar o esfaqueamento, o investigador Paul Timmins está tentando tranquilizar a população local, que está, naturalmente, chocada.

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Timmins garantiu que esse "tipo de crime é extremamente raro" e disse ainda acreditar que se tratou de um "incidente isolado", em declarações citadas pelo jornal Mirror. Não confirmando o esfaqueamento, o investigador afirmou que se tratou de um crime e não de mortes naturais ou acidentais. 

A polícia está investigando todas as pistas e analisando todos os dados, mas precisará ainda de tempo para falar com várias pessoas próximas das vítimas. 

Liz Edwards vivia então nessa casa com Katie e uma outra filha, mas sua identidade não foi ainda revelada. O companheiro da mulher escreveu no Facebook uma mensagem emocionada, após a perda da amada. Também as amigas de escola de Katie estão partilhando mensagens tocantes nas redes sociais, escrevendo que vão sentir muito a falta da menina. "Eu gostaria que elas voltassem.

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Eu sinto tanto a falta delas. Katie era como uma irmã para mim e sua mãe era como uma segunda mãe para mim", escreveu Helena Coalho, no Facebook.  #Justiça #Europa #Casos de polícia