Uma menina de 16 anos derramou querosene e colocou fogo sobre si mesma, na Índia. Alegadamente, a menina não aguentou a humilhação após ter sido vítima de estupro, por um vizinho. Apesar de estar no hospital e ainda em risco de vida, a família da vítima está sendo ameaçada pela família do agressor.

A menina era de uma família mais pobre da Índia e, de acordo com o jornal Mirror, teria sido esse o motivo que levou o vizinho a violar a garota. O homem teria aproveitado o momento em que a adolescente ficou sozinha em casa, para se aproveitar da garota. De acordo com as revelações da polícia e a família da vítima, o homem teria trancado a menina no quarto e consumado a violação sexual, enquanto um outro homem, também vizinho, teria ficado de guarda, também dentro de casa. 

O crime só foi interrompido quando o irmão da vítima chegou em casa.

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O jovem estava tentando entender o que estava acontecendo em sua casa, quando também foi atacado pelo agressor. De acordo com as declarações do pai das vítimas, seu filho foi até "ameaçado de morte" além de ter "levado uns tapas". 

As ameaças prosseguiram mesmo após a menina ter se incinerado. O pai da garota contou que ela fez isso pela vergonha e desgosto que estava sentindo, após a violação. 

A polícia deteve um homem de 22 anos, suspeito por esse crime, e está investigando ainda um outro homem. Apesar do trabalho da polícia, a família da vítima revelou que está sendo alvo de ameaças para que desistam da queixa na polícia. Por serem de uma família mais pobre, eles até já teriam recebido propostas econômicas para levantarem a queixa de estupro. 

Apesar de reconhecerem as dificuldades econômicas que estão ultrapassando, a família da vítima se recusa a trocar a honra por dinheiro e a mãe da menina disse mesmo que "não existe compensação" alguma que valha a vida de sua filha, que está "lutando" para sobreviver no hospital. 

O pai da menina identificou o agressor, que diz se chamar Bablu.

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No entanto, a polícia não revelou os nomes nem do detido de 22 anos nem do outro suspeito, que poderia ser o vizinho que ficou "de guarda" enquanto ele abusava da menina.  #Justiça #Casos de polícia