Apesar de estarem vivendo na Alemanha há mais de cinco anos, o casal de imigrantes portugueses vivia em abrigos e em casas de amigos, depois da portuguesa ter ficado desempregada. Tal como informa o jornal alemão “Bild”, o relacionamento do casal estava perdido e as condições onde viviam eram miseráveis. Dado que o #Crime macabro é de difícil explicação, as autoridades têm investigado as condições em que Maria vivia com António e sobretudo como se relacionavam diariamente.

Foi no início da semana que uma pequena região alemã presenciou um dos assassinatos mais macabros e arrepiantes da sua história. O corpo de uma imigrante portuguesa apareceu completamente desmembrado, depois de ter sido atirado ao rio pelo homicida.

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Os mistérios à volta da vida da imigrante estão sendo agora analisados e, à medida que os dias passam, cada vez mais dúvidas são levantadas pelos investigadores alemães.

Segundo informa o jornal alemão “Bild”, o casal de portugueses, que fugiu de Portugal para procurar uma vida mais digna há cerca de cinco anos, vivia em casa de amigos e até chegou a usar abrigos para passar as noites. A mesma publicação garante que o relacionamento do casal já era inexistente e que estava se tornando cada vez mais misterioso nas últimas semanas, sobretudo em uma fase que Maria estava desempregada. Ainda assim, e apesar das investigações em curso, nenhum suspeito foi ainda detido nem interrogado, para o transtorno da população alemã e da família da vítima, que mora em Lisboa.

Tal como garante o jornal “Correio da Manhã”, a família da vítima, depois de ser analisado o corpo, pretende que Maria seja transportada para Lisboa, onde vai se realizar o enterro.

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Nas redes sociais, os milhares de portugueses imigrados na Alemanha pretendem que esse crime seja rapidamente resolvido para que, de uma vez por todas, a tranquilidade volte à comunidade imigrante. Quanto a equipe de investigação, as autoridades garantem que se tratou de um crime passional e que, por isso mesmo, a chave desse caso está em uma pessoa que se relacionava regularmente com a portuguesa. #Investigação Criminal #Emigração