A morte da pequena McKenna Rose Felmly está sendo investigada pela polícia e encarada como "suspeita". A menina da Pensilvânia, nos Estados Unidos da América, tinha apenas três meses e morreu no seu primeiro dia na creche. A mãe retornou ao trabalho e se separou da menina pela primeira vez, após seu nascimento. Durante a tarde, recebeu um telefonema do hospital e as notícias acabariam por ser as piores. Da autópsia ainda nada se sabe e os médicos apenas adiantaram o cenário de "parada respiratória". 

Os pais estão inconsoláveis e ainda não conseguem acreditar na tragédia que caiu sobre suas vidas. Foram chamados de emergência para o hospital, ficando informados que alguma coisa de errado se estava passando com a menina. McKenna teria passado bem durante a manhã e tudo teria acontecido após a sesta da tarde, quando a criança teria parado de respirar. 

Quando chegaram no hospital, um médico teria contado para os pais, Adrienne e Bryan, que o caso "não estava parecendo nada bem". Demorou pouco mais de dez minutos, até que chegou a pior das notícias e que apesar de todos os esforços, não conseguiram salvar a menina. 

A autópsia já foi realizada mas os resultados poderiam demorar até 14 semanas.

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Até lá, os pais não sabem o que aconteceu com a menina que estava bem de saúde e não teria tido qualquer problema até esse fatídico primeiro dia na creche. Após as primeiras observações, não foram descobertas quaisquer lesões ou traumas físicos e o risco de a menina ter sido agredida, vítima de maus tratos ou até de uma queda involuntária é muito reduzido. No entanto, as autoridades abriram um inquérito e a morte da criança será encarada como "suspeita", uma vez que a causa da morte não foi determinada e a criança seria aparentemente saudável. 

Os pais estão naturalmente desolados e Bryan revelou em uma página do facebook como se encontra sua família nesse momento, após a partida de McKenna: "Eu perdi o meu primeiro filho, a filha de Adrienne (de um relacionamento anterior, que é tanto minha filha como McKenna era) perdeu sua única irmã e Adrienne perdeu o bebê que ela está esperando por mais de 8 anos".  #EUA #Casos de polícia