Depois de ter pedido Alexia Silva em namoro, a portuguesa decidiu recusar a proposta do jovem de 16 anos, uma escolha que acabou por ser fatal para a menor. Tal como informa o jornal “Le Parisien”, depois de um longo interrogatório ao colega de escola da vítima, que foi apanhado na posse do celular da vítima, o adolescente garantiu que o motivo para tanta fúria teria sido precisamente a recusa da portuguesa, que o deixou completamente louco. Furioso, o jovem aproveitou a oportunidade quando Alexia estava sozinha à frente da escola para cometer o #Crime.

Sem cadastro criminal e psicológico, ninguém poderia prever que o assassino de Alexia Silva, de um crime com contornos verdadeiramente macabros, poderia ser o colega da jovem que viu o seu coração destruído quando a portuguesa não aceitou o seu pedido de namoro.

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Contudo, depois de um mês de intensas investigações, a posse dos bens da vítima acabaram denunciando o improvável criminoso.

Fúria descontrolada, teria sido essa a resposta do adolescente ao explicar porque só depois de estrangular, esfaquear e espancar a jovem, morta depois do estrangulamento, decidiu enterrar o corpo com as próprias mãos em um local pouco visitado por se tratar de uma pequena ilha deserta, tal como informa o jornal “Le Parisien”. Preso preventivamente, o jovem de 16 anos, que não escondeu nada à equipe de investigação francesa, será assim acusado de homicídio pelo Ministério Público, não se sabendo ao certo que o jovem vai para uma cadeia normal ou então uma que seja adaptada para criminosos menores de idade.

Apesar de não ter quaisquer tipos de sinais de agressão sexual, a verdade é que Alexia Silva teve uma das piores mortes inimagináveis realizada por um colega que, como normalmente acontece durante o período da adolescência, não era do interesse da menor de 15 anos.

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Nas redes sociais, os imigrantes portugueses residentes na França dizem estar em choque pela confissão  do adolescente garantindo que tem que haver uma maior vigilância psicológica nas escolas francesas, sobretudo para os jovens que tem graves problemas familiares, como seria o caso do jovem assassino, que alegadamente tinha problemas com drogas. #Investigação Criminal #Emigração