Os países asiáticos possuem costumes gastronômicos muito distintos do Ocidente. Em muitos países, como China e Coreia do Sul, #Cães são abatidos para o consumo humano.

Segundo a HSI (Humane Society International ou Sociedade Internacional Humana), cerca de 10 milhões de cães são abatidos na Ásia anualmente, a maior parte deles vão parar na cozinha e outra sustenta a indústria têxtil, através de suas peles.

Com o passar dos anos, uma nova geração tem se tornado ativista dos direitos #Animais e lutam para acabar com essa prática cruel. Nela encontramos Marc Ching, que pertence a quinta geração de uma família japonesa que realiza o nutricionismo e a fitoterapia holística em animais.

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Marc gosta tanto de ajudar bichos desamparados que criou uma fundação: a Animal Hope & Wellness Foundation ou Fundação de Bem Estar e Esperança Animal.

Essa semana ele ganhou uma reportagem especial no The Dodo, onde conta os perigos que já enfrentou para salvar os animais. Marc disse que sua primeira viagem foi para Pequim, na China, onde foi sozinho conhecer um matadouro de cães com o objetivo de salvá-los. Na ocasião, foi feito refém, mas conseguiu resgatar 57 cachorros.

A partir de sua segunda viagem, levou um tradutor, pois não sabe falar mandarim e se passou por um comprador de animais que desejava abastecer o mercado americano de cães.

Como não é possível levar todos os animais, Marc escolhe aqueles que estão mais necessitados, como os que possuem alguma mutilação ou estão demasiadamente abatidos.

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Antes do abate, a maior parte desses animais passam por condições de maus tratos e tortura.

Atualmente Ching possui alguns contatos em Pequim e logo que consegue salvar animais torturados e feridos, os leva para um veterinário de sua confiança. Após os cuidados necessários, ele pode ir para os Estados Unidos com os resgatados.

Assassinato de cães

A indústria do abate de cães na China funciona como uma organização criminosa, onde os envolvidos não hesitam em espantar seus possíveis empecilhos, mesmo que tenham que agir com violência. Os cães que eles matam são divididos em três grupos: animais retirados das ruas; cães criados especialmente para o abate (como fazem com frangos e gado no Ocidente) ou são obtidos através de roubos e furtos na região.

Conforme noticiamos aqui essa semana, Yulin, uma cidade rural da China, promove um festival anual onde são consumidos cerca de 10 mil cães, só nos dias do evento. Para suprir a demanda, os vendedores e fornecedores de animais invadem quintais para furtar cães, bem como ocorrem roubos nas ruas, onde levam o animal dos proprietários.

Celebridades como Gisele Bündchen já pediram publicamente para que esse festival acabe, bem como muitas petições já foram criadas, mas na China socialista, as pessoas não costumam ceder a apelos internacionais.

Enquanto nada é feito pelos animais, ativistas como Marc tentam fazer o possível para livrar da morte o máximo de vidas que puder.

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