A polícia Belga anunciou, nesta sexta-feira (08), que o último suspeito dos atentados em Paris foi detido. O suspeito seria o homem que foi visto usando um chapéu no aeroporto de Bruxelas, minutos antes das explosões. Considerado pela polícia como suspeito chave dos atentados, Mohamed Abrini, de 31 anos foi incluído na lista de mais procurados logo que foi possível sua identificação pelas câmeras de segurança do aeroporto, dois dias antes do atentado na capital francesa.

Mohamed Abrini, que tem origem marroquina, dirigia o veículo usado para o ataque e estava acompanhado de um outro suspeito, Salah Abdeslan, momentos antes da tragédia.

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Salah Abdeslan é visto como mentor dos ataques do dia 13 de novembro. Mohamed, que é belga de origem marroquina, foi pego em Anderlecht , próximo a Bruxelas, no início da tarde.

Há quinze dias, Abdeslan foi preso em Bruxelas. Os dois seriam amigos desde a infância, de acordo com a imprensa local. Outro suspeito também foi preso. Ele foi visto acompanhado por um homem-bomba no momento da explosão no metrô. Seriam 14 detidos até a data de hoje. Destes, quatro que moravam na Bélgica foram capturados pela polícia na Argélia, Marrocos, Itália e na Turquia.

O Rei Filipe da Bélgica, junto do ministro do interior, parabenizaram a operação que teve início na noite de quinta-feira. Uma reunião realizada pelo Conselho Nacional de Segurança manteve o país em alerta terrorista.

Atentado em Paris

Os ataques do dia 13 de novembro aconteceram de uma maneira programada.

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Seis locais em Paris sofreram atentados. O local onde a tragédia teve maior número de vítimas ocorreu em uma casa de espetáculos, o Bataclan. Dezenas de pessoas morreram fuziladas pelos terroristas. A primeira explosão provocada por um homem-bomba foi nas redondezas do estádio de futebol 'Stade de France', onde acontecia uma partida entre a seleção alemã contra a francesa, além de quatro restaurantes da cidade. No Le Petit Cambodge e o Le Carillon, dezenas de pessoas perderam a vida ao serem atingidas por tiros de fuzis AK 47 e metralhadora.

O carro usado foi identificado por testemunhas, que puderam confirmar que a placa tinha procedência belga. #Estado Islâmico #Ataque Terrorista #Al Quaeda