Um experiente motorista português, que já transporta imigrantes portugueses há mais de dez anos, contou vários hábitos arrepiantes e altamente perigosos cometidos pelos seus colegas nas viagens entre Portugal e Suíça. Em entrevista ao jornal “Sol”, o português garantiu que, para não perderem tempo, muitas vezes os dois motoristas presentes na viagem não param as suas viaturas para trocar de turnos, fazendo tudo em andamento, deixando durante alguns segundo a viatura sem que ninguém esteja dirigindo.

Com a maior tragédia das últimas décadas envolvendo um número tão elevado de imigrantes portugueses, muitas empresas que tinha negócios ilegais no transporte de passageiros e mercadorias foram identificadas e muitos dos podres que os motoristas faziam durante as viagens perigosas estão sendo tornados públicos e são cada vez mais arrepiantes e reveladores sobre a enorme insegurança que centenas de portugueses tinham quando faziam longas viagens pela #Europa.

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“Quem vai dirigindo passa o volante ao substituto. Abranda a viatura, larga o volante, que é agarrado pelo outro motorista, que se senta quando o primeiro se levanta. Tudo isso é feito em andamento”, garantiu o experiente motorista ao jornal “Sol”, que já assistiu a vários desses casos entre colegas durante os seus dez anos de experiência em viagens realizadas entre a Suíça e Portugal. Além disso, a velocidade excessiva e as ultrapassagens são outras das práticas assassinas, e completamente negligentes quanto à segurança dos seus clientes, que são normalmente praticadas pelos motoristas, que muitas vezes não param uma única vez durante a longa viagem de 20 horas que separa os dois países.

Porém, e ao contrário do que as autoridades desejavam, o motorista garantiu que não vai ser por causa dessa tragédia, que matou doze imigrantes portugueses, que a comunidade portuguesa vai abandonar a opção de viajar em viaturas que não tenham qualquer tipo de segurança mínima para transportar um número tão elevado de pessoas.

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Além do preço ser mais acessível para os portugueses que vivem no estrangeiro, existe uma flexibilidade muito maior nesse tipo de transportes, visto que os motoristas costumam ir buscar as pessoas em suas casas e deixar os clientes na porta dos seus familiares em Portugal. #Investigação Criminal #Emigração