Devido à guerra na Síria, milhares de sírios têm contraído nos últimos meses uma doença parasitária, devido às condições precárias do país, e que pode ser fatal. Tal como garante o jornal inglês “The Sun”, com a #Crise de #Refugiados, que fez com que milhões de sírios entrassem recentemente em território Europeu, o possível alastrar dessa doença está preocupando os principais líderes europeus, que não sabem até que ponto a saúde dos europeus pode ser afetada com a chegada desse parasita, oriundo da guerra na Síria que, em uma fase inicial, começa a destruir a pele do ser humano.

Além das muitas mortes, a guerra na Síria também tem sido um enorme pesadelo para todos os habitantes que tentam, de uma forma desesperada, conseguir sobreviver no país ou então fugir o mais rapidamente possível para a #Europa.

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Contudo, essas mesmas pessoas, devido às condições extremas de guerra, podem contrair muito facilmente doenças graves e que podem ser altamente contagiosas.

Em uma análise horrenda com relação a milhares de sírios, as autoridades europeias descobriram que muitos estão sofrendo de uma doença parasitária, que acaba sendo muito visível, pois começa por atacar a pele da sua vítima, e que pode deixar o rosto completamente transformado, tal como informa o jornal “The Sun”. Porém, essa mesma doença pode estar sendo espalhada por toda a Europa muito rapidamente, podendo ser tarde demais para conseguir parar os muitos refugiados que contraíram a doença, que pode ser fatal, enquanto ainda estavam na Síria.

Em uma fase em que os principais países europeus estão tendo uma enorme dificuldade em conseguir distribuir os milhões de refugiados que ainda estão vivendo em condições precárias na Europa, quase todos eles em centros de refugiados, essa nova conclusão pode ainda dificultar mais aquela que já é considerada por muitos, a maior crise humanitária que a Europa enfrentou desde a Segunda Guerra Mundial.

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Ainda em recuperação financeira, muitos países, que inicialmente garantiram que iriam receber milhões de sírios, já voltaram atrás com a sua palavra, como foi o caso da Alemanha.