Um avião da companhia aérea Egyptair desapareceu na madrugada desta quinta-feira dos radares, quando viajava do aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, em direção ao Cairo, no Egito, com 66 pessoas a bordo, incluindo dez tripulantes, uma criança e dois bebês e um cidadão de nacionalidade portuguesa. As autoridades egípcias e gregas estão efetuando buscas no Mar Mediterrâneo. As causas da queda do avião ainda não são conhecidas.

O voo MS804 saiu do aeroporto de Charles de Gaulle ao final da noite de quarta-feira em direção ao Cairo. Três horas e 40 minutos após a descolagem, as autoridades de avião perderam o contacto com o aparelho que se terá despenhado a 280 quilômetros da costa egípcia, quando seriam 2h45 da madrugada, segundo o fuso horário da Europa central.

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Apesar de ter capacidade para transportar 170 pessoas, o Airbus A320 da companhia aérea do Egito transportava apenas 10 tripulantes e 56 passageiros de várias nacionalidades. A bordo seguiam 30 egípcios, 15 franceses, dois iraquianos, um português, um cidadão da Argélia, um belga, um britânico, um canadiano, um saudita, um sudanês, um cidadão do Chade e outro do Kuwait, segundo a lista de passageiros revelada pela companhia aérea Egyptair. Entre aquelas estão dois bebês e uma criança, desconhecendo-se até agora a sua nacionalidade.

A Marinha, Força Aérea e Guarda Costeira do Egipto estão efetuando buscas na zona onde pensam que o avião se poderá ter despenhado. Também a Grécia já enviou dois aviões e uma fragata para ajudar nas operações, que por enquanto ainda não tiveram sucesso.

As causas do #Acidente permanecem ainda desconhecidas. O avião foi construído em 2003 e tinha 48 mil horas de voo. Antes desta trágica viagem, tinha efetuado outras quatro, sem que nenhuma anomalia tivesse sido detetada.

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De acordo com a Airbus, o piloto que comandava o aparelho tinha mais de 6100 horas de voo, das quais um terço foram feitas em aparelhos iguais a este.

As autoridades ainda não sabem o que aconteceu, porque não foi enviada nenhuma mensagem avisando de qualquer problema, e para já não afastam nenhuma teoria, incluindo a hipótese de atentado terrorista. O primeiro-ministro da França Manuel Valls, falou que "nenhuma teoria pode ser descartada sobre a causa deste desaparecimento", tal como seu homólogo do Egito, Sherif Ismail, que afirmou que "Não podemos negar ou confirmar nada enquanto decorrem as investigações". #Ataque Terrorista