Uma mulher jogou a própria filha em uma piscina e a afogou na frente do irmão mais novo. A atitude de Amanda Lewis teria sido porque a menina, de sete anos, tinha colocado spray de limpar vidros na tela da televisão. Irritada por isso, a mãe matou a pequena Adrianna. Um caso que apenas foi resolvido porque AJ, o irmão de seis anos, assistiu a tudo e acabou contando para os avós. 

Esse crime aconteceu no Alabama, nos Estados Unidos da América, e o documentário dessa mulher está chegando agora na televisão, apesar de ela se encontrar na prisão. Inicialmente, a polícia investigou o caso como uma tragédia e uma infelicidade dessa mulher, que contou que a menina tinha caído na piscina.

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No entanto, o filho mais novo, AJ, tinha visto tudo e contou primeiro para os avós que Adrianna não caiu sozinha, mas que tinha sido a mãe a atirá-la e afogá-la porque ela se tinha portado mal e "deixou a mãe zangada", contou o menino, em declarações citadas pelo jornal Mirror

Amanda estava no hospital, para onde a criança ainda foi levada com vida, quando sua mãe e o padrasto, Brenda e Charles Burns, escutavam essa história monstruosa. Levaram o menino para contar isso para a polícia, que foi investigar esse caso. Na casa, encontraram vários sinais de negligência com as crianças, com muita sujeira. Estranharam logo que na cama da menina tinha muita urina. Amanda ainda molhava a cama, que não estaria trocada. Também a autópsia da menina acabou mostrando marcas na cara da força que Amanda exerceu sobre ela para afogá-la. 

médica que tentou salvar a criança estranhou a reação "sem emoção" da mãe quando lhe foi contado que Adrianna não tinha sobrevivido.

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"Perguntou onde era a máquina de venda automática", contou a médica Linda Fox, estranhando essa reação tão insensível. 

Mais tarde, o pequeno AJ foi ouvido em tribunal e seu testemunho foi decisivo para a condenação da mãe. Em tribunal, lhe perguntaram o que tinha acontecido e o menino respondeu que a mãe "matou minha irmã".  Amanda acabou sendo considerada culpada pela morte da menina e ficou condenada a prisão perpétua, sem hipótese de liberdade condicional, uma pena agravada com trinta anos por abuso de crianças.  #Justiça #EUA #Casos de polícia