O jornal “Correio da Manhã”, noticiou hoje que em Portugal uma professora aterrorizou 24 alunos de uma turma do 1º ano desde o início do presente ano letivo. O jornal teve acesso à gravações, realizadas no início do mês de abril, que comprovam as agressões psicológicas da docente.

Foram os pais dos alunos que descobriram e denunciaram a situação. Desde o início do ano letivo, em setembro de 2015, que uma professora da #Escola Básica Presidente Maria Emília, na Charneca da Caparica, tem maltratado psicologicamente 24 crianças da turma do 1º ano. Todos os alunos têm entre os 6 e os 7 anos e começaram apresentando vários problemas em casa logo a partir dos primeiros dias de aulas com a professora.

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Segundo relatos dos pais, as crianças começaram demonstrando sinais de grande ansiedade. Muitas delas voltaram a urinar na cama e outras chegaram mesmo a precisar de serem examinadas por um psicólogo, no entanto, os pais não se deram conta logo de início do que estava acontecendo, uma vez que não partilhavam uns com os outros os vários problemas individuais.

Porém, tudo mudou no dia em que uma menina colocou as suas bonecas no chão e demonstrou aos pais como é que a professora falava com ela e com os seus coleguinhas. Algumas das frases reveladas pela criança chocaram os pais, que decidiram de imediato investigar o que acontecia.

Um dos pais colocou um gravador na mala do filho e, ao ouvirem a gravação, ficaram espantados e chocados com algumas frases proferidas pela docente da escola. “Pintem uma casa mais parecida com a vossa.

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Agradeço que não pintem a casa toda da mesma cor, isso me dá nojo, me dá vômitos, me deixa mal disposta”, ouve-se a professora dizer na gravação enquanto se referia a um exercício de pintura.

Ainda sobre o mesmo exercício, a professora continuou com ofensas verbais: “O exercício não está feito, é por aqui que se começa, não é de baixo para cima. Epá, és mesmo porco...E eu tenho que te aturar”. Ainda na mesma gravação, ouve-se a professora insinuando a um menino que ele deveria viver em uma barraca e gritando com os alunos dizendo que para o próximo ano quer aturá-los, que prefere que venham alunos de outras escolas.

Entretanto, conta o Correio da Manhã, os pais já fizeram uma queixa formal sobre a atitude da professora que apresentou atestado médico no dia 4 de abril. O jornal contatou a direção da Escola que não esclareceu ainda se a docente está suspensa ou se é alvo de algum processo disciplinar. Aguardam-se desenvolvimentos durante os próximos dias.

O que você acha sobre essa história? Conte a sua opinião nos comentários! #Crime #Comportamento