Recentemente, quando acontece um atentado terrorista no mundo, o primeiro nome que surge em nossas mentes é o do #Estado Islâmico.

Como eles mesmos assumiram, foram responsáveis por vários atentados, entre eles a queda de um avião russo no Egito em outubro e os atendados em Paris em novembro de 2015 que vitimaram juntos centenas de pessoas e deixaram outras centenas de feridos. O EI, conhecido também como ISIS (Islamic State of Iraq and Syria), são extremistas muçulmanos sunitas que faziam parte da Al-Qaeda no Iraque.

Sunitas são um ramo do islamismo, maioria entre os muçulmanos. Apenas Iraque e Irã tem maioria xiita em sua população.

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 Para o EI, os xiitas são traidores do islã e devem ser condenados a morte. Aos cristãos impõem ou a sua conversão ao islamismo, ou o pagamento de uma taxa, ou por fim a morte.

Fundado em 2004, se estabeleceram em territórios da Síria e do Iraque, em uma área estimada entre 50 e 100 mil km². A partir de 2014 transformaram esse território sob seu domínio em um califado, uma nova versão do império Árabe muçulmano, baseado no ramo sunita e dirigido por um líder religioso, o Califa. Seu califa é Abu Bakr al-Baghdadi, um iraquiano de 44 anos.

Um de seus objetivos é o de libertar a Palestina das mãos de Israel.

No Iraque são apoiados pelos sunitas, que tinham o poder na época de Saddam Husseim, mas hoje são perseguidos pelos xiitas, e na Síria contam com os rebeldes que lutam contra o alauita Bashar Al Assad.

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Aproveitam-se das guerras e da falta de estabilidade nesses dois países para se fortalecerem.

As superpotências mundiais, EUA, Inglaterra, França mandaram tropas para a região e fazem ataques contra o EI.

Existe uma suspeita, não comprovada, que financiadores particulares, principalmente do Golfo Pérsico, bancam as ações do EI. A Rússia chegou a dizer que países do G-20 financiam o grupo. Mas o tráfico de petróleo ainda é a grande fonte de renda deles.

Países do #Oriente Médio que tem maioria sunita moderada acham o EI de uma grande ameaça devido ao extremismo e a maldade de seus atos violentos, como decapitação e chacinas.

A militância do EI vem de vários países, árabes em maioria e ocidentais, aproximadamente 80 países diferentes, uma verdadeira legião estrangeira. Acredita-se que chegue a 50.000.

Seu poder de fogo também é grande, composto por metralhadoras, lançadores de foguetes, baterias antiaéreas e tanques, tomados do exército da Síria e Iraque. #Terrorismo