A promotoria federal dos Estados Unidos anunciou nesta terça-feira (24), que será feito o pedido de pena de morte para Dyllan Roof de 22 anos. Dyllan é acusado de ter matado nove paroquianos. As vítima estavam em uma igreja que pertencia a uma comunidade negra em junho de 2015. A igreja Emanuel African Methodist Episcopal Church (AME) fica na Carolina do Sul, em Charleston. O acusado foi detido um dia após o #Ataque.

De acordo com a procuradora-geral norte-americana Loretta Lynch, o dano resultante assim como a origem do crime, deixaram a promotoria obrigada a optar pela pena de morte.

Usando uma arma que ganhou de presente de aniversário, o acusado disparou contra fiéis que se encontravam na Igreja Africana, matando nove deles.

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Todas as vítimas eram negros e estavam reunidos para um estudo bíblico. De acordo com a polícia, antes de dar início ao tiroteio, ele teria ficado cerca de uma hora sentado com os fiéis. Investigações apontam que Dyllan Roof apresentava comportamento racista. O atentado repercutiu o mundo todo.

O julgamento de Roof terá início no dia 17 de janeiro de 2017 e será realizado na Carolina do Sul. Já o julgamento federal não tem data definida. Assim que foi detido um dia após o tiroteio, o acusado confessou aos policiais que seria o autor do massacre. Ele foi capturado por uma equipe formada pela polícia da cidade, investigadores do FBI e polícia federal. Segundo os policiais, Dyllan relatou que tinha como objetivo iniciar uma guerra racial com seu ataque

A imprensa americana publicou que assim que foi detido, o acusado se declarou um white supremacist (de supremacia branca).

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Nome tachado aos racistas nos Estados Unidos, que acima de tudo pregam ódio e destruição contra pessoas negras. Sobreviventes relataram que durante o ataque, ele gritava insultos racistas.

O jovem que é branco, chegou a postar em sua rede social uma foto vestindo uma jaqueta que estampava a bandeira da Confederação sulista (1861-1865). A bandeira ainda utilizada por grupos de ódio, representa a era escravagista nos Estados Unidos. #Casos de polícia #Racismo