Uma mãe está tentando de tudo para manter seu filho vivo. Os médicos declararam a morte cerebral de Israel, de apenas dois anos, e a #Justiça já autorizou que sejam desligadas as máquinas que o estão mantendo vivo. O tempo expira na próxima sexta-feira, mas a mãe continua lutando para que lhe seja dado mais tempo. Jonee Fonseca acredita que o menino vai se recuperar e sente que ele se mexe quando ela lhe toca. 

O tribunal de primeira instância autorizou que no hospital onde o menino está na Califórnia, lhe pudessem desligar os aparelhos que o estão mantendo ligado no suporte de vida. Mas os pais estão contestando essa decisão judicial e querem recorrer para o tribunal superior, para ganhar mais tempo, na esperança que algum milagre aconteça e o menino volte a vida. 

Israel sofreu um sério ataque de asma e já teria chegado em coma no hospital, no mês de abril.

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Depois disso, e após todos os esforços dos médicos, a morte cerebral foi mesmo declarada por dois hospitais. A primeira decisão do tribunal foi para autorizar o hospital a desligar as máquinas. Isso aconteceu no final da semana passada e desde aí, os pais do pequeno Israel, Jonee e Nate, estão em uma corrida contra o tempo. 

Para lá da preocupação com o estado de saúde do filho, esses pais estão ainda enfrentando uma batalha judicial. É que apesar de os médicos garantirem que o menino está em morte cerebral, eles se recusam a aceitar e a desistir. A mãe contou mesmo que sente que ele está vivo e que se mexe, quando sente sua presença e seu toque. Jonee Fonseca quer esperar que Israel acorde e após a decisão da primeira instância, ela clama para que o tribunal superior retifique essa decisão e que deixem o menino no suporte de vida. 

"É apenas algo nos dizendo 'Não desista'.

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E nós não vamos desistir. Deus não vai desistir", revelou a mãe em uma entrevista recente para o LifeSiteNews.com

A juíza Kimberly Mueller conseguiu dar uma semana mais para esse caso, até que as máquinas sejam mesmo desligadas. O problema é que o tempo termina na sexta-feira e aí, a decisão final pode mesmo passar pela morte do menino.  #EUA