Na manhã dessa terça-feira, 14, uma notícia reveladora saiu dos Estados Unidos e atravessou fronteiras em todo o mundo. A ex-esposa de Omar Saddiqui Mateen, bem como amigos e testemunhas, afirmaram que o mesmo homem que cometeu o crime na boate Pulse, em Orlando, a frequentou nos últimos três anos e mantinha uma vida dupla.

Um homem que conhecia Omar desde a infância, chegou a dizer ao Daily Mail que havia sido convidado pelo atirador há algum tempo para um encontro na boate. Segundo testemunhas interrogadas, o atirador era conhecido de funcionários e drag queens da boate.

Sua ex-esposa, que há havia informado que Omar era um homem instável e muitas vezes agressivo, também disse que ele usava apps para a comunidade gay em seu celular.

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A ex-mulher de Mateen ainda disse que quando se casaram, em 2009, ele confessou detalhes de seu passado e afirmou que gostava de frequentar boates e curtir ao máximo o que a vida noturna tinha para oferecer. O casal se separou dois anos depois do casamento devido o comportamento agressivo de Omar, que batia na mulher por motivos banais, como, não encontrar sua camisa limpa ou não ter comida pronta quando chegava em casa.

Frequentadores da boate Pulse declararam que já tinham visto Omar algumas vezes no local, ocasião em que ele se embriagava e dançava com vários homens. Funcionários da boate também confirmaram já terem visto o mesmo homem várias vezes nos últimos três anos.

Segundo uma drag queen que trabalhava na Pulse, Chris Callen, Omar era um cara agradável, mas já havia protagonizado uma briga uma vez por conta de uma piada envolvendo religião.

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Na ocasião ele chegou a ameaçar uma pessoa com uma faca. Não foi informado se essa piada era sobre o islamismo.

Ao Palm Beach Post, um antigo colega de Omar revelou que eles chegaram a ir em algumas boates e bares gay juntos. Esse mesmo colega, que teve medo de se identificar, disse que em 2006 ainda estava dentro do 'armário' e acabou recusando um convite de Omar para um encontro, mas que eles bebiam em bares gays. Também disse que considerava Mateen um homem 'estranho'.

Como será que os ativistas e esquerdistas vão reagir agora que têm certeza que o crime não foi homofobia? Será que vão abafar o caso ou continuar batendo na mesma tecla de culpar quem não tem nada a ver com a tragédia?

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