No último domingo, 12, um crime bárbaro chocou o mundo. Um homem adentrou uma boate gay nos Estados Unidos e com um fuzil AR-15 e uma pistola e alvejou as pessoas que se encontravam no local, ceifando dezenas de vidas.

Ativistas #LGBT e partidos de esquerda tentaram amenizar ou esconder que por trás do ataque, havia um novo ato do ISIS, mais conhecido no Brasil como #Estado Islâmico. O grupo reivindicou o crime e muitos combatentes usaram as redes sociais para comemorar o massacre. Antes de abrir fogo contra os frequentadores da boate, Omar Saddiqui telefonou para a polícia local e alegou fidelidade ao EI.

Repercussão e oportunismo

Mesmo sabendo disso, teve pessoas, em especial no Brasil, que usaram esse momento de dor para promoverem seus partidos, movimentos e até a si próprio.

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Jean Wyllys, deputado federal do PSOL usou a internet para falar que o crime foi homofóbico e que são discursos como o de Bolsonaro, Marco Feliciano, Ana Paula Valadão e cia que fazem 'pessoas de bem' cometerem atos de violência contra membros da classe LGBT.

Pelo PT, Lindbergh Farias culpou Donald Trump e Jair Bolsonaro pelos ataques e na página oficial do PCdoB (Partido Comunista do Brasil), textos sem sentido foram publicados. Além disso, a página do PCdoB também divulgou uma foto do atirador escrito 'Bolsonaro', alegando que se ele fosse brasileiro, aquela seria a sua foto de perfil.

Homofobia x Vingança x Fidelidade ao islã radical

O fato é que nessa terça-feira, 14, jornais renomados mundialmente, como o The Guardian, Los Angeles Times, entre outros, divulgaram que o atirador, além de ter envolvimento com o extremismo islâmico, era homossexual e não queria que todos soubessem disso.

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Quem contou foram funcionários da boate, amigos e até a ex-esposa de Omar.

As informações afirmam que ele usava aplicativos voltados para o mundo gay e que ia para boates para dançar e beber. Ele já havia sido visto dançando com outros homens várias vezes na boate Pulse, mesma em que cometeu o crime.

Um homem já idoso afirmou que Omar era homossexual e que estava a procura de outros homens na boate. Um frequentador do local contou ao jornal Orlando Sentinel que às vezes Omar Saddiqui ficava bebendo sozinho, mas outras vezes exagerava no álcool e acaba dando vexame no local.

O pai de Saddiqui não acredita que o filho era gay, pois presenciou uma cena de ódio por parte do filho após ver um casal homossexual exagerar e se agarrar em frente aos seus filhos. Por outro lado, sua ex-mulher diz que ele era agressivo e que não queria que todos soubessem que ele curtia a vida noturna.

Várias drag queens confirmaram a presença de Omar na boate desde 2013. Embora o crime tenha sido comemorado pelo Estado Islâmico e Omar já tenha sido investigado duas vezes por ligações com grupos terroristas, as revelações atuais mostram que além de um ataque contra um dos grupos de infiéis do islã radical, haviam outras motivações por trás desse crime.

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Uma drag queen que dançava na boate Pulse disse que uma vez Omar brigou no local por conta de uma brincadeira sobre religião, ocasião em que ameaçou matar uma pessoa com uma faca.

Omar talvez seja um caso bipolar de um extremista que queria ficar com um pé no terrorismo e outro na curtição dos bares e boates gays. Mas a pergunta que não quer calar é a seguinte: é possível chamar um gay de homofóbico? Porque se ele cometeu o crime sendo um deles, então talvez haja uma vingança ou tentativa de silenciar alguém. Enfim, ainda vai dizer que é homofobia? #Ataque Terrorista