Um dia depois de um homem matar uma cantora em Orlando, no estado da Flórida, nos Estados Unidos, a região voltou a ser alvo de ataques de outro atirador. Dessa vez, a região atingida foi uma discoteca voltada ao público homossexual. Até o fechamento desta reportagem, a Polícia já confirmava 20 mortos no local. Outras 42 pessoas tiveram ferimentos, sendo atendidas pelos hospitais da região. A boate chamada de Pulse era uma das mais conhecidas do público gay.

A Polícia chegou a entrar em conflito com o atirador. Houve troca de tiros. O FBI, que é a Polícia Federal americana já acredita que a ação possa ser uma espécie de ataque terrorista.

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No entanto, não deu informações de quem teria mandado o atirador invadir o recinto de música. 

O atentado ocorreu por volta de 3h da madrugada deste domingo, 12, em Orlando, data em que no Brasil é comemorado o Dia dos Namorados. O horário é justamente quando a boate estava completamente lotada. Em Orlando eram 2h da matina. Depois de matar algumas pessoas, o atirador foi para o lado de fora do local com alguns reféns. Ainda assim, a Polícia trocou tiros. Ele então retornou para a boate. 

As informações preliminares dão conta que o atirador tinha duas armas. Uma delas um revólver, a outra um rifle. Ambas facilmente compradas em qualquer situação. O homem parecia ter instruções militares, além de ter planejado bastante o ataque. Por volta das 9h, a Polícia revelou que houve uma explosão do lado de fora antes do terrorista ser morto.

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Não há detalhes de como ocorreu essa ação. Durante o fechamento desta reportagem, os principais canais brasileiros de notícias transmitiam a notícia.

A Globo News, no Brasil, repercutia imagens de TVs locais. Todo o corpo de bombeiros chegou a ser chamado para a região da boate. Durante o fim da manhã, parentes estavam no local desesperados à procura de mortos e feridos. Quem sobreviveu disse que o ambiente da boate era de completo pânico. O atirador antes de morrer, de acordo com a Globo News, ficou minutos com alguns tiros e fazendo novas vítimas. #Crime #Investigação Criminal