Na última quarta-feira, um atentado ocorreu dentro do campus da Universidade da Califórnia, local onde a seleção brasileira se preparava para mais um dia de treinos. Em nota à imprensa, a CBF lamentou o incidente e confirmou que mudou o local do treino desta quinta-feira para o centro de treinamentos do StubHub, time local que disputa a primeira liga de futebol dos Estados Unidos.

As autoridades identificaram o atirador como Mainek Sarkar, de 37 anos. De acordo com a polícia, ele teria entrado na Universidade armado com duas pistolas 765, destinado a matar o professor de engenharia William Klug.

Até o momento, os investigadores não sabem explicar as razões que teriam levado Sarkar a praticar o atentado.

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Em coletiva para imprensa, o comissário de polícia de Los Angeles, Charlie Beck, explicou que o atirador tinha uma desavença com o professor, mas ainda não é possível saber os reais motivos do crime.

Segundo a versão da polícia, o atirador deixou sua residência no estado do Minnesota com destino à Los Angeles, determinado a cometer o #Ataque. No momento em que a polícia invadiu o prédio 4 da Faculdade de Engenharia, atirador e vítima foram encontrados mortos dentro de uma sala.

Os investigadores descartaram a participação de um terceira pessoa no atentado. De acordo com as imagens das câmeras de segurança, o atirador foi flagrado entrando sozinho no prédio.

Testemunhas afirmam que Sarkar teria frequentado a faculdade há três anos e, após concluir o doutorado em Engenharia, decidiu mudar-se para o estado do Minnesota em busca de uma nova vida.

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Após realizar buscas na casa do atirador, os investigadores teriam encontrado uma lista com nomes de vítimas em potencial, incluindo o de uma mulher vizinha de Sarkar. Ao se dirigirem à casa da suposta vítima, encontraram-na caída no chão da sala, morta com um tiro na cabeça. Sua identidade não foi revelada.

Entre os demais nomes da lista, a polícia também encontrou o de outro professor da UCLA, mas segundo o chefe da delegacia de Los Angeles, o homem passa bem. #Curiosidades #Casos de polícia