O político norte-americano Donald Trump vem coletando uma série de negativas quando o assunto é a trilha sonora para a suas campanhas. A bola da vez é a banda inglesa Queen que, por meio de seu guitarrista Brian May, pediu para que Trump parasse de usar a #Música We Are The Champions em suas peças publicitárias.

Em declaração publicada na internet, Brian comentou que após receber centenas de reclamações dos fãs a respeito do uso da música como tema dos comerciais de TV da campanha de Trump, se viu obrigado a se manifestar publicamente sobre o assunto. Mesmo não sendo uma posição oficial de toda a banda, May reiterou que o uso da faixa não foi solicitado ou liberado.

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"Estamos recebendo conselhos sobre quais medidas podemos tomar para garantir que esse uso não continue. Independente dos nossos pontos de vista sobre a plataforma do Sr. Trump, sempre foi contra a nossa política permitir que a música do Queen fosse usada como uma ferramenta de campanhas eleitorais. Nossa música incorpora nossos próprios sonhos e crenças, e são feitas para todos que gostam de ouvi-las e apreciá-las”, esclarece o músico.

A banda Queen não foi a única a se manifestar contra o uso de suas músicas por Donald Trump. Em maio, os britânicos dos Rolling Stones vieram a público declarar que não haviam autorizado o candidato republicano a usar a canção Start Me Up em sua campanha. Trump também utilizou, em outras oportunidades, as faixas Brown Sugar, Sympathy For The Devil e You Can't Always Get What You Want.

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No começo deste ano, a cantora Adele, por meio de um porta voz, também proibiu o uso de suas canções nas campanhas políticas. Donald Trump chegou a executar Rolling In the Deep, do segundo álbum da cantora, 21, em propagandas na TV dos EUA. 

Apesar dos desafetos criados na comunidade musical, a campanha de Trump segue firme e forte. O candidato já conseguiu apoio suficiente para ser o nome oficial do Partido Republicano na disputa pela Casa Branca depois que o senador Ted Cruz desistiu de sua candidatura. #Eleições EUA 2016